22.12.12

EXPRESSO CULTURA: O SILÊNCIO DE UM TRUMPETE

EXPRESSO CULTURA: O SILÊNCIO DE UM TRUMPETE:                                           Foto By Fernando Meira   Um homem que fez da sua vida um caminhar pela estrada da música. ...

21.12.12

FALECE O MAESTRO LEOPOLDO

COM  GRANDE  PESAR  LAMENTAMOS  INFORMAR  O  FALECIMENTO   DO  NOSSO  QUERIDO   MAESTRO  E  IRMÃO   LEOPOLDO  DE  ARRUDA  CASTRO  OCORRIDO  NESTA  TARDE  EM  TUPÃ.  NOSSOS  SENTIMENTOS  AOS  FAMILIARES.

LEOPOLDO E ORQUESTRA TUPÃ

NOSSA  LEMBRANÇA  E  HOMENAGEM  AO  GRANDE  MÚSICO  E  MAESTRO.

10.12.12

Fundada a Federação Nacional dos Músicos

Um acontecimento histórico para a categoria dos músicos brasileiros. Assim pode ser definida a
Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 23 de novembro, na sede do Sindicato dos Músicos Profissionais do Estado do Rio de Janeiro (SindMusi), que aprovou por unanimidade a criação da Federação Nacional dos Músicos Profissionais (Fenamusi). A assembleia contou com a participação de representantes de 12 sindicatos de músicos de todas as regiões do país.

Por questões legais, como documentação ou ainda filiação à outra federação e o processo de
desfiliação, se for o caso, não estar ainda concluído, somente cinco sindicatos puderam efetivamente fazer parte da nova entidade. Os sindicatos que no momento fazem parte da Fenamusi são aqueles que representam os estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Amazonas e Goiás. Além dos sindicatos destes estados, estiveram presentes à assembleia Alagoas, Ceará, Sergipe, Rio Grande do Sul, Pará, Tocantins e Piauí.

8.12.12

Orquestra JK A Brasilia Big Band agora passa a se chamar Orquestra JK

Fim do nome Brasília Big Band

Olá amigos e amigas, a Brasília Big Band anuncia que desde hoje, dia 05/12/2012 passará a se chamar ''Orquestra JK'', integrando todo seu conteúdo artístico, musical e publicitário à JK Produções Musicais.
Não é uma crise ideológica, mas si

m uma evolução na proposta musical de trabalho, aproveitando a tendência e concentrando esforços no nome mantenedor da proposta musical que é a JK.
É interessante relatar que inicialmente o grupo se chamava Orquestra Brasília, e depois quando participou do GDF em 2010 passou a se chamar Brasilia Big Band. Agora, totalmente integrada a JK, a Orquestra assumi nova identidade, porém com o mesmo elenco de músicos, maestro e também com maiores possibilidades de crescimento artístico profissional.
Agradecemos a todos amigos, fãs e colaboradores que nos incentivaram até aqui e pedimos por gentileza que estejam atentos as novas publicações sobre a Orquestra JK na nossa página e www.jkpromusic.wordpress.com
Para receber atualizações sobre nosso trabalho, basta curtir nossa página www.facebook.com/promusicjk
Atenciosamente,
Ademir Junior
Maestro e idealizador

Festival de jazz reúne grandes nomes da música instrumental em Belém

Jacofest reúne músicos paraenses e artistas internacionais.
Festival será realizado neste final semana, na Estaçaõ das Docas.

Do G1 PA

O Anfiteatro do Forte de São Pedro Nolasco, da Estação das Docas, será o palco do festival “Jacofest – Jazz da Amazônia Contemporânea”, que reunirá artistas nacionais e internacionais de jazz fusion neste final de semana, dias 8 e 9.

Os shows, que têm entrada franca, reunirão Adelbert Carneiro Sexteto, Rafael Lima/Juçara Abe Project, Minni Paulo Medeiros, Quarteto MG Calibre e Dona Onete Omar. O Sosa Afrikjazz Trio (Cuba) e Bocato & Banda (São Paulo) são os convidados especiais do evento.

7.12.12

Projeto Guri inicia inscrições para seleção de alunos

                                                                                   Música


Segundo informações divulgadas pela coordenadora do polo do Projeto Guri de Tupã, Daniela Aznar Cosine, neste mês de dezembro o Projeto Guri iniciará inscrições para a seleção de alunos para seus 12 Grupos de Referência - criados para estimular e intensificar a formação musical e a qualificação de alunos e ex-alunos.
Para estimular o desenvolvimento dos participantes, a Associação Amigos do Projeto Guri ofereceu bolsas auxílio para 254 classificados no processo seletivo realizado em 2012. Em 2013, serão selecionados 259 bolsistas e 60 integrantes não bolsistas de 12 regiões do Estado, que integrarão 12 grupos divididos em 8 especialidades musicais – coro, percussão, camerata (cordas dedilhadas, cordas friccionadas e violões), orquestra, banda de música e big band. Cada um dos 12 grupos de referência se reúne para ensaios no polo sede de sua região: Andradina, Bauru, Franca, Itaberá, Jundiaí, Lorena, Ourinhos, Presidente Prudente, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto e Sorocaba.
A bolsa-auxílio é uma ajuda de custos mensal para garantir transporte, manutenção do instrumento e outras despesas dos integrantes, já que os ensaios dos grupos podem acontecer em horários diferentes das aulas normais dos polos. São divididas em duas categorias:

6.12.12

Osesp apresenta 7ª sinfonia de Shostakovich

AE - Agência Estado
Imagine uma sinfonia estreada em Kuybychev em plena Segunda Guerra Mundial, no dia 5 de março de 1942, com transmissão radiofônica para toda a União Soviética, e que teve sua partitura microfilmada e enviada, via Teerã e Cairo, para o Ocidente. Naquele mesmo ano, foi tocada em Londres; e nos Estados Unidos, Toscanini regeu sua Orquestra da NBC, em evento transmitido pelo rádio para todo o país. E, em agosto, na própria Leningrado sitiada. A sétima sinfonia de Dmitri Shostakovich (1906-1975) retrata a heroica resistência da cidade de Leningrado, sitiada durante muitos meses pelo Exército nazista. Provavelmente, nenhuma outra obra do século 20 foi politicamente usada de modo tão eficaz quanto esta, que se transformou no símbolo da memória coletiva da guerra.

Interpretação de Músicas

Gêneros musicais como ferramentas de trabalho

Erika de Souza Bueno

A música é uma forma cativante de dar voz a sentimentos enfurnados dentro de nós e, este "nós", pode ser entendido, até mesmo, como a sociedade em geral. Nossa voz só evidencia aquilo que está dentro de nós e, através dos gêneros musicais, conhecemos os pensamentos, as convicções políticas, a irritabilidade social e tantas outras possibilidades que estão guardadas dentro de alguém.

Não é adequado ao professor, na sala de aula, adotar uma atitude de preconceito ao gênero musical de seus alunos. Antes, deve tentar compreender o porquê de tais escolhas e direcionar seus esforços para apresentar novos horizontes ao alunado tão vazio, muitas vezes, de conhecimentos de várias ordens, não se apresentando nenhuma alternativa para uma escolha pensada mais logicamente.

Atualmente há tantas músicas vazias de conteúdos... São artistas que só deixam evidenciar o que são e o que a sociedade, ou parte significante dela, quer ou aprecia.

Música na escola influencia na aprendizagem.

MÚSICA  NA  ESCOLA

Em 1500 os padres jesuítas já utilizavam a música em seus projetos de catequese escolar, portanto, é uma ferramenta de educação muito antiga.
Hoje em dia é deixada em segundo plano e em muitas vezes nem utilizada na escola.
A música está presente na vida de todos e é parte indissociável da educação. Entretanto, é uma área do conhecimento que não tem recebido a atenção necessária. Para o processo de aprendizagem, são muitos os benefícios desta arte, sem esquecer que acima de tudo, conhecer música permite desenvolver a autonomia diante do mundo sonoro que nos cerca.

NELSON DE CASTRO (maestro) Biografia


Apresentamos  um  trabalho  biográfico  da  grande  personagem  da  história  musical  de  Tupã,  o  Maestro  Nelson  de  Castro  que  criou  e  manteve  a  magnífica  “Nelson  e  Sua  Orquestra  Tupã”  que  estabeleceu  referencia  e  estilo  das  Orquestras  de  Baile  no  interior  de  São Paulo  nas  décadas  de  50  e 60.        Ba_lu10w9TE           Digitalizar0003             

1920   -    Musicista, compositor  e  maestro,  nasceu  na  cidade  de  Viradouro (sp)  a  14  de  fevereiro  de  1920.
Filho  primogênito  do  saudoso  e  grande  maestro  JÚLIO  DE  CASTRO  e  Elvira  Silveira  de  Castro.
1943   -   Em  Monte Azul Paulista (sp)  Nelson  de  Castro  casa-se  a  30  de  dezembro  de  com  a  prendada  senhora  Aracelis  Alvares  de  Castro,  de  cujo  matrimônio  nasceu  o  filho  Nelson  de  Castro  Junior, médico  brilhante radicado  em  Curitiba (PR)  e  também saxofonista  como  o  pai.
1944   -   Ingressou  na  Escola  Militar,  cursando  especialização  de  Sargento  e  servindo  na  Força  Expedicionária  Brasileira,  na  Itália.  Ao  regressar  foi  promovido  e  graduado  1º  Tenente.
1948   -    Tranfere-se  com  a  família  para  Tupã,  sendo  admitido  para  trabalhar  na  Exatoria  da  Prefeitura  no  dia  8  de  julho,  época  em  que  seu  genitor   o maestro  Júlio de  Castro assumira  a  batuta  e  reorganização    da  Banda  Municipal,  dando  qualidade  e  ênfase  musical.
1949   -   Seguindo  os  ensinamento  do  pai  e  seus  próprios  dotes  naturais  de  musicista  emérito  e  de  qualidade  ímpar,  Nelson  de  Castro  organizava  a  22  de  novembro,  dia  de  Santa  Cecília,  a  Sua  Orquestra  Tupã,  que  viria  ser  o  grande  marco  histórico  e  referência  de  orquestras  de  bailes  de todo  o  interior  de  São  Paulo  e  do  Brasil,  a  gloriosa  “NELSON  E  SUA  ORQUESTRA  TUPÔ   e  os  excepcionais  músicos.

Projeto Música Orquestral Alemã apresenta últimos concertos no Theatro São Pedro e no Sesc Vila Mariana

O Conservatório de Tatuí, instituição da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, realiza as duas últimas apresentações do projeto Música Orquestral Alemã com a Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, série que tem a direção artística do regente Felix Krieger. As apresentações acontecem no dia 13 de dezembro, às 20h30, no Theatro São Pedro, e no dia 15, às 21h, no Sesc Vila Mariana.  A série tem a direção artística do regente Felix Krieger. A orquestra também receberá Sarah Tysman como pianista convidada e os monitores Alessandro Borgomanero, violino, Raiff Dantas Barreto, violoncelo, Luiz Garcia, trompa, Ricardo Kubala, viola, Alexandre Ficarelli, oboé, e Pedro Gadelha, contrabaixo.
O concerto será iniciado com a abertura da ópera Orfeu e Eurídice, de Christoph Willibald Gluck. O compositor “colocou palavras e música em um equilíbrio perfeito e de igual importância”, ressaltou Krieger. A maestria de Gluck foi reconhecida por grandes poetas alemães, como Klopstock, Schiller e Goethe, a ponto de este último pedir a Gluck que musicasse alguns de seus textos. Curiosamente, por meio dos ideais musicais de Goethe e Zelter, as composições de Gluck também se tornaram parte importante da educação musical do jovem Mendelssohn, um dos personagens deste concerto.
O programa escolhido por Felix Krieger tange a história de Johann Sebastian Bach. O status de um dos maiores compositores ocidentais foi conquistado apenas muito tempo depois. Após a morte de Bach, em 1750, as obras dele foram esquecidas e deixaram de ser executadas por muitas décadas. Krieger e a Sinfônica do Conservatório de Tatuí executarão o Concerto para piano em ré menor, de Bach. Essa obra foi tocada por Mendelssohn em seu histórico concerto como novo maestro da orquestra Gewandhaus de Leipzig, em 1835.
Mendelssohn tornou-se um dos principais personagens do renascimento de Bach na Alemanha, após a apresentação da Paixão Segundo São Mateus, em 1829, com a Berlin Sing-Akademiezu, sob os auspícios do Zelter. Por isso mesmo, Krieger escolheu terminar o programa com a Sinfonia nº4, de Mendelssohn, obra inspirada nas cores e atmosferas da Itália.
Projeto Música Orquestral Alemã
A proposta do projeto Música Orquestral Alemã foi a montagem de um panorama histórico sobre o desenvolvimento da música de concerto germânica ao longo de mais de 250 anos, do barroco ao período moderno, em sete diferentes programas e 13 concertos, no interior e na capital do Estado de São Paulo. Em todo o projeto foram realizados uma obra de cada um dos mais famosos compositores da cultura europeia central, como Haydn, Beethoven, Mozart, Handel, Gluck, entre outros.
Em todos os concertos, os compositores foram apresentados a partir do autor que o precedeu, mostrando como cada um representa uma influência a um compositor da geração seguinte. Todos os envolvidos - músicos e público – foram capazes de sentir e entender como a música orquestral alemã se desenvolveu. Além da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, a formação do grupo conta com a participação de músicos monitores da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) e outros, junto com os alunos da instituição.
O projeto “Música Orquestral Alemã” foi contemplado pelo Ministério da Cultura para receber benefícios da Lei Rouanet, e possui patrocínio do Banco Safra, Hamburg Süd Brasil, Deutsche Bank S.A. - Banco Alemão, Allianz Seguros, com promoção do Goethe-Institut e co-realização SESC.
Serviço
Dia 13/12 (quinta-feira) – 20h30
Theatro São Pedro
Rua Barra Funda, 171- São Paulo
Entrada R$ 10 (meia entrada para alunos, professores, cidadãos com 60 anos ou mais, mediante apresentação de documento comprobatório)
Dia 15/12 (sábado) – 21h
SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 – São Paulo/SP
Informações: (11) 5080-3000
Entrada Franca
















4.12.12

Festival Choro Jazz entra para circuito internacional

AE - Agência Estado
Eles vieram "pra quebrar tudo" e não fizeram por menos. Em sua quarta edição, o festival Choro Jazz Jericoacoara cresceu, entrou para o circuito internacional e estendeu a programação para a capital do Ceará. Em três noites, no anfiteatro do Centro Cultural Dragão do Mar, reuniu ases do instrumental brasileiro, como o Duo Assad, que tocou pela primeira vez no festival e fazia 30 anos que não pisava em Fortaleza, e os habitués Arismar do Espírito Santo e Alessandro Penezzi, entre outros, em encontros marcantes.
De Fortaleza seguem todos para Jericoacoara, onde o festival começa nesta terça e vai até domingo, promovendo shows na praça central da vila e oficinas com instrumentistas em diversos pontos. Tudo de graça. Este ano, um maior número de estrangeiros (principalmente norte-americanos) está inscrito para os workshops e esquentou o clima na plateia dos shows na capital. Ali, já tiveram espécies de aulas de excelência musical, tanto no repertório como no desempenho dos músicos de primeira grandeza.
"Estender o festival para Fortaleza foi importante para dar oportunidade para mais gente ouvir esse tipo de música. Quanto mais você mostra a cara para as pessoas, mais elas vão se acostumar com esse som", diz o produtor Capucho. "Propus a parceria com o pessoal do Dragão do Mar, eles toparam, e resolvi fazer nesse formato menor de duos em três dias."
O festival privilegia duas escolas de música instrumental que têm com característica a abertura para o improviso, mas não se limita do choro e ao jazz. "É um encontro de música boa e tem até uma noite que é regional", resume Capucho, produtor e idealizador do festival. Como nas edições anteriores, esta também conta com atrações estrangeiras: o clarinetista italiano Gabriele Mirabassi (que divide o palco com Guinga) e o grupo Lindigo, da Ilha da Reunião (França). Brasileiros com larga repercussão internacional, Duo Assad e Raul de Souza (o grande homenageado do festival este ano), estão entre os nomes mais fortes do elenco, que tem os gaúchos Tambo do Bando, os cariocas do Trio Madeira Brasil e o alagoano João Lyra, além de paulistas, pernambucanos, cearenses e mato-grossenses, cobrindo boa parte do território nacional.
Sempre aberto para outras manifestações, o evento tem espaço para a canção também. Nos anos anteriores, a Velha Guarda da Portela, Joyce, Dori Caymmi, Renato Braz, Ivan Lins e Ana Luiza, entre outros, representaram o samba, a bossa e outros gêneros cantados.
Este ano, o festival recebe Almir Sater, Mônica Salmaso e Antônio Nóbrega, que - como seus conterrâneos da Spok Frevo Orquestra na primeira edição - promete fazer uma grande festa na areia, no show de encerramento no domingo, com seu misto de frevo, caboclinho, maracatu, animação teatral e dança. Filó Machado é convidado do Quinteto Vento em Madeira.
Nesta edição, há um número maior de oficinas, espaços e alunos inscritos. Além de músicos que atuaram nos anos anteriores (Arismar, Penezzi, Jean Garfunkel, Fabio Pascoal, Maurício Carrilho), há novos agregados, como Oscar Bolão (samba na bateria), Teco Cardoso (os sopros e a linguagem Brasileira), Mirabassi (clarinete erudito, popular e jazz), Cristóvão Bastos (piano), Filó Machado (canto) e Anna Paes, que foi apresentadora dos shows e agora vem com aulas de canto baseado na obra do poeta, letrista e compositor Paulo Cesar Pinheiro. É um privilégio tão raro a concentração de grandes músicos, ainda mais num lugar tão bonito como este. As informações são do jornal   O Estado de S. Paulo.
http://www.estadao.com.br/noticias/







2.12.12

DIA DO SAMBA

 

Dia do Samba O dia do samba é uma homenagem a Ary Barroso, sambista com vários sucessos como na "Na Baixa do Sapateiro".
Mas o curioso é que quem instituiu a data foi um vereador baiano, celebrando a data em que Ary Barroso visitou a Bahia pela primeira vez.
Desde então os dois estados, Bahia e Rio de Janeiro celebram a data. Em geral shows e festividades com nome importante da musica acontecem em ambas as cidades.
Confira a programação e não deixe de celebrar. O samba é uma das expressões mais importantes da cultura brasileira reconhecida em todo o mundo.
'Quem não gosta de samba
Bom sujeito não é
Ou é ruim da cabeça
Ou doente do pé'

29.11.12

Escola de Música Tom Jobim abre inscrições

AE - Agência Estado

Está aberto o processo seletivo para 2013 da Escola de Música do Estado de São Paulo - Tom Jobim. São 400 vagas distribuídas em cursos de música erudita e popular para diferentes instrumentos e níveis. Além de formação instrumental e composição, a Escola oferece o curso de canto barroco a partir deste ano. Compõem a estrutura pedagógica da Emesp a Orquestra Jovem do Estado, a Banda Sinfônica Jovem do Estado, o Coral Jovem do Estado e a Orquestra Jovem Tom Jobim, que oferecem bolsas a alunos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 29 no site da instituição: www.emesp.org.br. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://www.estadao.com.br/noticias/

26.11.12

OSB Busca dólares

A Orquestra Sinfônica Brasileira resolveu investir na captação de recursos no exterior. Criou, na Park Avenue, em Nova York, um escritório para captar doações de empresas norte-americanas que têm filiais no Brasil. Quer ficar com alguma parcela dos lucros que as subsidiárias das multinacionais enviam para suas sedes. O dinheiro voltaria como contribuição à orquestra. Pela legislação americana, este tipo de doação, desde que feita nos Estados Unidos, pode ser abatida no imposto de renda das empresas. Sérgio Cabral, governador do Rio, quer fazer um encontro com diretores de multinacionais de origem americana para reforçar a importância do projeto
 PORTAL  IG
  http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2012/11/26/osb-busca-dolares/






25.11.12

Mão de obra desafinada

Escrito por Roger Marzochi em terça-feira, 30/10/2012 ·
Seção: Profissão Entresons · Assuntos: piano; afinação; reforma; mão de obra
entresons
A falta de mão de obra qualificada limita o potencial de crescimento de um serviço que se aproxima muito à arte: a afinação de pianos. Elias Vicente Rodrigues, 56 anos, tem uma oficina para reformar pianos, mas é da afinação que vem a sua fama. Nascido em Curitiba, aprendeu o ofício com o pai e o avô aos oito anos de idade. Na década de 80, veio morar em São Paulo e teve como um dos primeiros clientes o pianista Amilton Godoy, do Zimbo Trio e da escola de música Clam. Amilton gostou do serviço e abriu as portas para Elias, que conseguiu elevar o número de clientes.
Há quatro anos, ele é o responsável pela afinação do piano do Teatro Municipal, afina desde 95 o piano do Tom Brasil, dos principais estúdios de São Paulo e já teve clientes como BB King, o U2 – nos dois shows que a banda irlandesa fez em São Paulo – , Lenny Kravitz , George Benson, Richard Clayderman e Gun N’Roses.
“O vocalista do Guns N’Roses toca piano? Ele dá uma dedas lá, mas tem no palco um outro pianista, junto com o arranjador. Eu afinei os dois pianos. O primeiro serviço para o U2 foi pedido pela produtora que organizou o show. Já o segundo foi pedido pela produção do U2 mesmo. E um dia me ligou um japonês que falava castelhano e estava na França e que fazia a produção do Richard Clayderman. Já no Brasil, afinei o piano de muita gente.”
Em sua oficina, trabalham um marceneiro, um lustrador para pintura de piano e o filho Robson, de 25 anos, que está seguindo o caminho do pai. Por mês, ele reforma quatro pianos; por dia, ele faz cerca de quatro afinações, cada uma custando R$ 250. Estavam para reforma pianos antigos em sua oficina, na Barra Funda, como um Steinway fabricado em Nova York em 1894. A restauração leva de 80 a 100 horas e a margem de lucro é pequena. “Eu pego reforma porque faz parte do trabalho da gente e garante o ganha-pão que é a afinação. No próximo ano, esse cliente que restaurou comigo será um dos quatro clientes que vou afinar”, explica, ressaltando que o piano deve ser afinado a cada seis meses.
“Todo bom afinador vira um bom conhecedor de harmonia, e tem obrigação de conhecer profundamente harmonia. Pode não tocar, porque não pratica técnica.”
E a afinação depende não apenas da técnica para manusear de 210 a 220 cordas que há em um piano, mas também do conhecimento de harmonia. “É comum ouvir uma música no rádio e achar uma coisa qualquer. Esse cara não serviria para praticar isso. Mas se conseguir solfejar com perfeição ele pode trabalhar com isso. Você começa a montar como se fosse o primeiro acorde. Todo bom afinador vira um bom conhecedor de harmonia, e tem obrigação de conhecer profundamente harmonia. Pode não tocar, porque não pratica técnica. Mas aprender afinar é como aprender a falar.”
A afinação começa pela nota lá. Usando um diapasão, espécie de garfo que quando golpeado emite a nota lá, ele aperta ou relaxa o mecanismo que mantém a corda do piano esticada. “Dalí você pega aquela nota e assimila com a outra nota. O diapasão dá a resposta que sobrou, não a batida da tecla do piano. Isso é no violão ou violino, qualquer instrumento de corda. A afinação dura uma hora.”
Os negócios vão bem, mas é possível sentir que Elias gostaria de crescer mais, mas está limitado ao ritmo atual de trabalho. Na oficina, é apenas ele que afina pianos. Se ampliar o número de marceneiros para fazer mais restaurações de piano, não dará conta depois em administrar a afinação dos mesmos com as afinações pedidas no dia a dia. Ele por exemplo não tem controle sobre o prazo que vence a afinação de seus clientes, muitos dos quais até pedem para que ele ligue avisando que é o momento de afinar o instrumento. Com isso, ele também deixa de ganhar. “Eu digo para os clientes que eles têm na cabeça um piano apenas. Eu tenho vários”, responde, revelando uma das falhas de seu atendimento.
“Eu digo para os clientes que eles têm na cabeça um piano apenas. Eu tenho vários”
Mas ele culpa a falta de mão de obra especializada. “Se eu contratar mais gente, caí o nível do meu serviço. Na Europa tem faculdade de técnico em pianos, mas a pessoa sai do curso talvez como quem saiu da faculdade de jornalismo, não sabe nada ainda. E tem que praticar para pegar conhecimento. Só que o meu cliente não quer quem está praticando para pegar conhecimento, quer o meu conhecimento.”
 
Entresons
www.entresons.com.br/







23.11.12

No dia dos músicos, é lançado no Brasil site de música instrumental

O site www.entresons.com.br é uma idealização do jornalista Roger Marzochi, ex-editor da Agência Estado


 
Se você é músico ou acompanha o mercado da música instrumental no Brasil, eis que surge uma boa nova. Oentresons, site que transpõe a música instrumental para o tom do jornalismo, foi lançado nesta quinta-feira, dia de Santa Cecília, Padroeira dos Músicos.
Veja outras notícias no canal de Música do iBahia
Criado pelo jornalista Roger Marzochi, 38 anos, que foi editor da Agência Estado por sete anos, o site traz textos sobre lançamentos de discos da cena instrumental, críticas, reportagens sobre ensino musical, comportamento e artigos de professores de música e músicos.
O site traz diversas reportagens inéditas como a do músico Raul de Souza, considerado o embaixador do trombone brasileiro. No lançamento, há um artigo do baterista da banda RDT e professor da Escola de Música Souza Lima, Fernando Baggio, no qual ele discute os desafios do ensino frente à velocidade da internet.
As gravações do entresons tv, que serão divulgadas em breve, foram realizadas no Z7 Studio, na Vila Madalena, em São Paulo.
 
iBahia
http://www.ibahia.com/

Milton Nascimento encerra festival de música instrumental em Itapetininga

Ingressos gratuitos podem ser retirados a partir de segunda-feira (26).
Evento terá palestras e premiará melhores arranjadores com até R$ 22 mil.

Do G1 Itapetininga e Região
O cantor Milton Nascimento faz show de encerramento do 1º Festival Ars Brasilis no sábado, 1º de dezembro, em Itapetininga (SP). O show “Uma Travessia” é gratuito e será realizado a partir das 19h30, no Teatro do Sesi, que fica na avenida Padre Antonio Brunetti, 1360, na Vila Rio Branco.
Os ingressos deverão ser retirados a partir desta segunda-feira (26), em quatro pontos da cidade. Além da bilheteria do Sesi, eles podem ser encontrados na Secretaria Municipal de Cultura, que fica na rua Saldanha Marinho, 107, e em dois restaurantes locais, um na rua Dr. Julio Prestes, 695, e outro na rua coronel Pedro Dias Batista, 1164.
O show marca o encerramento do festival Ars Brasilis, cuja edição deste ano é dedicada ao cantor. Neste ano, o artista comemora 50 anos de carreira, 70 de vida e 40 anos do movimento musical mineiro Clube da Esquina.
O festival, iniciado em outubro sob curadoria de Hector Costita, irá premiar arranjos instrumentais inéditos no Brasil e envolve uma série de apresentações musicais e oficinas gratuitas.
Na segunda-feira (26), às 20h, o músico Zeca Collares sobe ao palco para o show de abertura do festival. No repertório, ele mescla ritmos como forró, baião e coco.
Na quarta-feira (28), às 20h, o maestro, compositor e arranjador Eduardo Neves (flauta e saxofone tenor) ministra a palestra-show “A história da música brasileira por meio do choro”, acompanhado dos músicos Caio Márcio (violão) e Rogério Caetano (violão de 7 cordas).
Cantor Milton Nascimento faz show gratuito em Itapetininga (SP). (Foto: Divulgao / Sesi Itapetininga)Cantor Milton Nascimento faz show gratuito em
Itapetininga (SP). (Foto: Divulgação / Sesi Itapetininga)
Já o compositor e arranjador Carlos Henrique Cascarelli demonstra, na quinta-feira (29), às 20h, a aplicabilidade das ferramentas de editoração musical na oficina “Software de notação musical e novas tecnologias”. 
No último dia de oficinas musicais, sexta-feira (30), às 20h, o pianista, arranjador e compositor Nelson Ayres aborda o tema “A construção de um arranjo musical”, com conceitos e dicas práticas.
Concurso
A final do concurso terá apresentação dos dez arranjos instrumentais finalistas pela banda Ars Brasilis, formada exclusivamente para o projeto, antes do show de Milton Nascimento.
Para participar da competição, os candidatos tiveram que selecionar uma composição de Milton Nascimento e criar novos arranjos para o formato big band. A comissão de jurados formada por Nelson Ayres, Carlos Henrique Cascarelli e Antonio Carlos Neves Campos escolherá os três primeiros colocados.
Os classificados para a final em primeiro, segundo e terceiro lugares receberão R$ 10 mil, R$ 7 mil e R$ 5 mil, respectivamente.
Entre os finalistas, há concorrentes dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Da região de Itapetininga (SP), o único finalista é Diego Garbin, de Tatuí, que assinou arranjo da música “Vera Cruz”.
  G1TV TEM ITAPETININGA E REGIÃO http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/




10.11.12

O rio que não passou

Julio Maria - O Estado de S.Paulo
 
Tinha Por que ele grava pouco? Por que evita o passado? Aos 70 anos, Paulinho da Viola começa a se entender melhor
Tinha ele 14 anos quando seu pai o chamou. Perguntou-lhe se queria estudar filosofia, medicina ou engenharia, já que filho bom era filho doutor. Mas a sua inspiração de ter um violão para se tornar sambista não o deixou em paz até que o menino decidiu queimar a língua do velho. Cinquenta e seis anos depois, a um dia de completar 70, Paulinho da Viola - já sem o pai craque no violão e ruim de previsão que só - é um rio de sensibilidades.
70 anos. 'Quando somos novos no acreditamos no que os mais velhos nos falam. Penso sobre isso hoje' - Divulgao
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70 anos. 'Quando somos novos não acreditamos no que os mais velhos nos falam. Penso sobre isso hoje'
Não deve comemorar longamente a data para não ser apunhalado por um passado do qual prefere manter distância. Seu último álbum de carreira é de 2003, tem quase 10 anos, e um novo nem começou a ser desenhado. Quatro músicas inéditas estão prontas para um disco que deve sair "lá pelo segundo semestre do ano que vem".
Mas sua agenda reserva três datas de shows: a primeira dia 17 próximo no Parque Madureira, Rio; dia 28 no Carnegie Hall, em Londres, como parte do evento Voices From Latin America; e em 11 de dezembro, no Teatro Coliseo de Buenos Aires. Antes porém, Paulinho tira um dia para atender os jornalistas, espantar fantasmas e tentar entender questões que parecem estar sempre lá, no fundo da alma de um sambista.
Dá para continuar sendo um garoto quando se chega aos 70 anos? Quando vamos chegando a uma certa idade, e isso no meu caso não começou agora, olhamos para trás e começamos a rever as coisas. O chato é que nem sempre ficamos muito satisfeitos com aquilo que já vivemos, que já dissemos, que passamos. É por isso que não gosto de pensar sobre esse assunto. Quando somos novos não acreditamos no que os mais velhos nos falam, precisamos viver para saber como as coisas funcionam. Penso sobre isso hoje, perto de fazer 70 anos.
Isso, com aquilo que você sempre fala sobre não ser um nostálgico, parece fazer parte de um mecanismo de defesa acionado para evitar sofrimentos trazidos pela memória... É possível que seja. Na verdade, vou te dizer uma coisa: eu sei muito pouco sobre mim mesmo, acho que as pessoas sabem muito mais sobre mim do que eu mesmo. Olha, nós sempre, e você tem razão, nos defendemos dos sentimentos. E olha que eu amadureci muito para compreender que a gente não pode fazer tudo aquilo que imaginava que poderia. O tempo é isso, diz pra gente: "Olha, aqui não deu, aqui você reagiu mal, aqui reagiu melhor".
Mas você não é o Paulinho da Viola? De quem se ouve os maiores elogios que um sambista pode receber? Minhas falhas foram muitas, mais do que você imagina (risos). Vou falar só do meu trabalho: cometi coisas pretensiosas, equívocos, coisas que constatei depois. Por exemplo, às vezes eu lutava muito com relação à qualidade de som, contra a dificuldade que era para conseguir fazer chegar o som às pessoas em shows ao vivo. Tenho fotos tocando com apenas um microfone para a voz e o violão, imagina isso!
E você se arrepende de ter feito esses shows? Não, eu ia dizer que isso tudo criou em mim um comportamento de não querer ouvir o que eu gravo. Fiz muito disco de improviso, em cima da hora, de ir para dentro do estúdio e mudar a música no estúdio. Eu nunca ficava satisfeito, achava sempre que faltava algo. Sempre tive dificuldade de ouvir o que eu fazia. E se você faz as coisas às pressas, como era meu método, você comete erros à beça.
E a crítica ia elogiando você disco após disco. Ela estava errada? Não, ela acertava em algo (risos). As críticas sobre os discos mais elogiados que fiz procediam, mas uma das coisas com as quais eu tenho muito cuidado é com crítica positiva. E falo isso para meus filhos. Críticas elogiosas são um perigo, porque elas podem nos fazer sentir em um Olimpo, e isso não é bom. E acho também que o artista não deve responder às críticas. Devemos sempre examiná-las, mesmo as ruins, porque às vezes procedem, podem ser justas e um alerta para o trabalho que fazemos. Mas a melhor coisa que existe para um artista é outro artista.
Há anos você disse que não se via à altura de Cartola, de Candeia ou de Pixinguinha. Aos 70, se considera ao lado desses homens? Ao lado sim, à altura não (risos). Quando admiramos pessoas, nunca temos essa consciência de que fazemos algo à altura do que elas fazem. Não sei nem falar sobre isso, ainda mais porque não ouço o que faço. Olha só: uma vez achei uma fita de rolo que eu deixava em um gravador sempre pronto para registrar minhas ideias. Havia um samba nessa fita que tinha um andamento mais lento que do samba que acabei gravando anos depois, chamado Nada de Novo. Quando ouvi, pensei: caramba, mas o samba original era tão bonito, por que eu fui mexer naquilo? Isso foi assim comigo a vida toda.
Se me permite, você parece muito cruel com você mesmo. Deve ser por isso que passou a criar menos. Será? Pode ser.
Imagino que o ato de gravar deva ser um sofrimento. Sim, é, mas quando entro naquela coisa, depois que mergulho, aí vai. É difícil. Houve um período em que eu sentia uma inveja danada de alguns colegas meus que passavam o dia todo com um instrumento nas mãos. E eu dizia pra mim: "Mas gente, por que será que eu não consigo ser assim?" Eu sou muito dispersivo. Por outro lado, já aconteceu comigo situações em que criei músicas na hora, ali, no ato. Certa vez fui visitar o Fernando Faro na antiga TV Tupi. Estava voltando para o Rio e passei por lá antes para vê-lo. Quando entrei na sala, ele veio com aquele jeitinho: "Pô Baixo, que legal que você apareceu por aqui, eu estava precisando de você". E eu sem instrumento. E ele: "Pô Baixo, estou com um problema, precisando de uma música para uma novela que vamos fazer aqui". Legal, falei, deixa eu ver o tema pra pensar em casa. E ele: "Não, Baixo, tem que ser agora. Você não vai sair daqui sem fazer esse tema". E então me trancou em uma sala, arrumou um violão e eu acabei fazendo o samba da novela Simplesmente Maria ali mesmo.
Música cansa? Eu não conseguiria fazer só música. Gosto de sair, ler, jogar minha sinuca uma vez por semana, gosto de pegar um martelo e bater sobre algum prego desde pequeno. Eu não conseguiria fica só em cima de um instrumento.
Isso explica o fato de você lançar tão poucos discos? Pois é, eu passei a gravar menos a partir de 1983.
Por quê? Depois que lancei um disco chamado Prisma Luminoso, senti uma série de mudanças. Surgiam novas ideias, novo momento político, nova tecnologia. Então saí com o divulgador de meu novo disco e fui até Belo Horizonte. Lembro que foi nessa época que as rádios deixaram de tocar música brasileira. Achei estranho o comportamento do divulgador e dos radialistas que me recebiam, reclamando que não tinham mais espaço para tomar decisões. Eu não estava entendendo essa mudança.
E você foi ficando de lado. Uma nova geração surgiu, o rock nacional apareceu, e houve uma coisa estranha, sobre a qual não havia controle: nomes totalmente fora da mídia, como Zeca Pagodinho, passaram a encher ginásios aqui no Rio. Isso foi tão forte que tiveram de correr e reconhecer que aquilo existia. Zeca, Almir Guineto, Jovelina Pérola Negra, Fundo de Quintal. Aquilo arrastava multidão.
Era hora de tirar o time de campo? Não, eu fui conquistando meu público lentamente até que aconteceu algo interessante. Em 1997, sem apoio, sem patrocínio, sem nada, resolvi fazer o meu próprio show no Canecão. Fui e banquei. Se desse errado, eu estava ferrado. Fiquei três semanas lotando a casa. Isso foi muito importante para mim, comecei a fazer espetáculos tendo público muito maior.
Sobre a estética do samba, as novas gerações parecem apenas reproduzir um padrão sedimentado... (Interrompendo) Mas eu não vejo mal nenhum em reverenciar os mestres do passado. Isso aconteceu comigo, sempre tive enorme admiração por Pixinguinha e Luiz Gonzaga, os dois grandes nomes da música brasileira do século passado. Não vejo contradição, não vejo como algo negativo o fato de artistas jovens fazerem por amor a reprodução de coisas que já foram feitas. Isso faz parte. Quando uma turma se junta para cantar um samba com cavaquinho, pandeiro e tamborim, é aquele samba mesmo que ela vai cantar. Ninguém está pensando em evolução nesse momento. As pessoas estão felizes, cantando. Já participei muito dessas rodas e posso dizer que quem está lá faz isso por amor.
O samba e o choro, então, não precisam dessa evolução? Nos dois gêneros há inúmeros artistas jovens que trazem ideias novas, experiências, combinam instrumentos. Isso vai acontecer sempre, mas nunca vai ser maior do que Pixinguinha, Ernesto Nazareth e Jacob do Bandolim. Esses nunca vão sumir. Nunca, jamais.
ESTADO.COM.BR - Cultura
/Cultura
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4.11.12

Som instrumental volta ao calçadão de Bacaxá


Boa música e talentos locais fazem a boa combinação este mês em Saquarema. Organizado por Thiago Perninha, o Saquá Instrumental acontece pela segunda vez no Calçadão de Bacaxá, próximo à subida do Ciep. O evento acontece no dia 12 de novembro, a partir das 19 horas. Já está confirmada a participação de Neury Nogueira, Renan Amorim, Vaneci dos Santos, Luizinho de Tanguá, Lucas Moreira, Cosminho do Pandeiro, entre outros.
 JORNAL  POÉSIS
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2.11.12

JOGOS AMERICANOS - Os prazeres da mesa, a boemia e a boa música são os fios

condutores que asseguram o sucesso dos restaurantes Mangue Seco e Santo Scenarium, localizados no Centro Antigo do Rio de Janeiro. São esses os temas que predominam nos novos jogos americanos, criados pelo departamento de marketing das casas.
No jogo americano do Mangue Seco, a brincadeira é mexer com a curiosidade e o conhecimento etílico do cliente e descobrir o estado produtor da cachaça na imagem. Já no Santo Scenarium, que tem como proposta a democratização do jazz e da música instrumental no Rio, a idéia é unir ícones gastronômicos com o requinte da música instrumental, que na imagem é representada por teclas de piano.
"Sugeri para criação dessas peças aproximarmos mais a identidade das casas ao contexto visual de seus materiais impressos. No Mangue Seco trabalhamos mais com a questão boêmia, por ser um local bem descontraído, com um grande catálogo de cachaças, além das rodas de samba. Já no Santo Scenarium procuramos uma identidade mais "sóbria", sem deixar a descontração de lado e, principalmente, que reforce aos clientes a presença do jazz, constante em sua programação", explica André Martins, responsável pelo design das peças.
LIVRO - O advogado da área de Tributário do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados, Daniel Monteiro Peixoto, lançará, no dia 7 de novembro, o livro Responsabilidade Tributária e os atos de formação, administração, reorganização e dissolução de sociedades. O evento de lançamento da publicação acontecerá na livraria Saraiva do Shopping Higienópolis, a partir das 19h. Daniel Monteiro Peixoto é advogado do Machado Meyer e mestre e doutor em Direito Tributário. É membro da OAB, do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET) e do Instituto Brasileiro de Direito Tributário (IBDT). O shopping fica na Av. Higienópolis, 618, Shopping Higienópolis, Livraria Saraiva, São Paulo, SP.
EUA - O Centro de Relações Internacionais, sediado na Escola de Ciências Sociais (CPDOC), da Fundação Getulio Vargas realizará nesta segunda-feira, das 15h às 17h, um debate sobre perspectivas das eleições nos Estados Unidos com Sérgio Fausto (superintendente executivo do Instituto Fernando Henrique Cardoso); Carlos Eduardo Ferreira de Carvalho (professor da PUC); Eliana Cardoso (professora da FGV) e Roberto Simon (repórter da editoria internacional do Estadão). As vagas são limitadas. Para participar basta se inscrever no site: http://migre.me/bgQYK A FGV fica na Rua Itapeva, 474, 6° andar.
 

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27.10.12

Gaby Amarantos revela música da 'Amazônia caribenha'

Cantora paraense se diz representante do gosto musical da nova classe média brasileira.

A cantora Gaby Amarantos foi consagrada nos últimos dois anos em todo o Brasil com canções que misturam inúmeros ritmos latino-americanos sobre a base musical de seu Estado, o Pará.
Nascida no bairro dos Jurunas, na periferia de Belém do Pará, Gaby começou a cantar em um coro de igreja, ainda adolescente. Mas foi no embalo do tecnobrega que cunhou seu estilo único, que incorpora "influências de toda a nossa Amazônia caribenha", como ela se refere à região que circunda o Pará.
Assim, há em suas canções salsa, merengue, cúmbia e outros gêneros populares que são tradicionalmente associados à América do Sul espanhola, mas que aos poucos vão caindo no gosto dos brasileiros.
"Beba Doida"
Vestida de forma exuberante e bastante particular, Gaby também é dona de opiniões fortes, especialmente em defesa da inserção de novas camadas da população brasileira no mercado cultural. Diz que a nova classe média trouxe seus eleitos e que os conservadores "têm muito a aprender com a liberdade poética da periferia"
Por isso, ela escolheu a canção "Beba Doida" para apresentar no Latam Beats.
Os oito episódios da série Latam Beats têm como objetivo mostrar a nova produção musical dos países latino-americanos a uma audiência estimada em 239 milhões de pessoas em todo o planeta.
Na semana que vem, o Latam Beats exibe o trabalho do chileno Chilo Trujillo.
O Latam Bets foi produzido e realizado por Owain Rich, Chris West, Rhian John Hankinson, Ben Honeybone, Ant Miller, Derrick Evans, Peter Price, Steve Hillman, Tom Hannen, Tom Burchell, James Birtwistle, Rosario Gabino, Luiza Campanelli, Mauricio Moraes e Rodrigo Pinto. A série foi gravada nos estúdios da BBC em Londres (S6, Bush House, e Maida Vale Studio 3) e, ainda, no Lowswing Studio (Berlim) e no Estúdio YB (São Paulo). BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
 

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26.10.12

Big Band Jovem do Conservatório de Tatuí realiza apresentação em homenagem a Michel Camilo

Big Band Jovem do Conservatório de Tatuí realiza apresentação em homenagem a Michel Camilo
Show do grupo formado por alunos da instituição acontecerá no dia 30 de outubro, no Teatro Procópio Ferreira
A Big Band Jovem do Conservatório de Tatuí, corpo pedagógico da Secretaria de Estado da Cultura, realiza o show “Homenagem a Michel Camilo” no dia 30 de outubro, às 20h30, no Teatro Procópio Ferreira, com o pianista convidado Oscar Aldama. A entrada é franca.
Michel Camilo é pianista de jazz, música clássica e popular, além de world music. Nascido na República Domenicana, Camilo foi vencedor de grandes prêmios internacionais, como o Grammy, o Grammy Latino e o Emmy Award. Na apresentação, o grupo coordenado pela professora Érica Masson executará Caribe, Just Kidding, Hello and Goodbye, Tropical Jam, Why Not e Not Yet. Todas as músicas foram compostas por Michel Camilo. Os arranjos são da coordenadora da Big Band Jovem, Érica Masson.
Primeiro grupo pedagógico oficial da área de MPB&Jazz, a Big Band Jovem foi criada no ano de 2010. Ela visa a dar oportunidade aos estudantes de música de nível avançado da instituição para exercitarem a prática de conjunto, executando arranjos e músicas com alta qualidade técnica e musical. Além da prática de conjunto, o projeto do grupo propõe o incentivo do desenvolvimento artístico por meio de uma abordagem interdisciplinar, preparando os alunos para uma transição mais segura e natural para os grupos profissionais da instituição.
O resultado foi verificado em menos de um ano desde sua implantação. Nos primeiros meses de funcionamento, a Big Band Jovem apresentou-se como convidado especial no Movimento Elefantes (série de apresentações que reúne grupos de todo o país) e desenvolveu shows especiais, com destaque para “Homenagem a Michel Camilo”, “Relembrando Djavan”, “O Mundo dos Desenhos Animados”, tanto na instituição quanto em outros municípios do Estado de São Paulo.
Entre os convidados que atuaram como solista à frente do grupo, destaca-se o pianista cubano Yaniel Matos, em apresentação realizada no 17º Festival de MPB - Painel Instrumental, em Tatuí.
Serviço
Big Band Jovem do Conservatório de Tatuí
Homenagem a Michel Camilo
Dia 30 de outubro, às 20h30
Teatro Procópio Ferreira
Entrada Franca











25.10.12

Qual a medida da música? A banda ruído/mm explica

DUARDO ROBERTO
Você já ouviu uma cor? Viu um cheiro? Isso é chamado de sinestesia, a criação de uma relação entre diferentes sentidos. Oruído/mm tem no cerne da sua existência essa ideia, buscar uma música que também seja uma paisagem.
O quinteto curitibano existe desde 2003 e desde o seu primeiro disco 'Série Cinza', em 2004, tem figurado entre as mais interessantes bandas instrumentais no Brasil, especialmente no nicho que compreendemos por post-rock.
O nome da banda (lê-se "ruído por milímetro") representa uma unidade de medida imaginária, "criada para representar aquilo que não pode ser descrito/verbalizado", segundo eles próprios.
'Introdução à Cortina do Sótão' é o último disco lançado pelo grupo, em 2011, e repercutiu de forma muito positiva na mídia musical, principalmente a blogosfera. Você baixar o álbum (e também os outros da banda) no site da Sinewave.
Neste ano o ruído/mm gravou ao vivo uma linda versão para o clássico do Legião Urbana, 'Índios', que circulou com força pela internet e, mesmo sendo um cover, é um bonito exemplo do tipo de atmosfera que a banda cria, tanto ao vivo como em estúdio. 
O guitarrista André Ramiro respondeu as sete perguntas básicas do MTV Instrumental. Como ele próprio diz, "Segue o baile":
Por que instrumental?Por opção estética, dentro da estrutura dos arranjos e desconstrução da estrutura da canção. Pela natureza dos músicos da banda. Um pouco pela universalidade disso também. Além disso respeitamos até demais o papel das letras, então, até hoje, na dúvida, preferimos ficar quietos. 
Toda música instrumental é experimental?Não. Na verdade poucas bandas instrumentais são experimentais, poucas mesmo. Experimental é realmente viver em um laboratório – testar, pensar, experimentar, digerir e muitas vezes criar algo que será entendido depois de 100 anos. Normalmente quem faz música experimental dificilmente é rotulado como instrumental. E o termo instrumental é meio complicado também, porque pensemos no seguinte: música clássica é instrumental, assim como o jazz, mas ninguém chama ambos os gêneros de música instrumental, certo?
Existe uma "cena instrumental brasileira"?Existe há muito tempo... Hoje temos mais bandas e uma quantidade maior de gêneros dentro da música instrumental, se assim podemos dizer. Não sei ao certo, mas cavalgando conosco há diversos grupos com quem temos extrema afinidade. Um depende do outro, pois cada estado possui seu núcleo. O futuro é promissor, pois cada banda forma um público e as coisas começam a trabalhar em conjunto. No final, teremos uma grande festa.
Qual a principal diferença entre as suas gravações e os shows?Para quem assiste uma banda como o ruído/mm, o show é uma experiência sinestésica. É muito difícil reproduzir o efeito do grupo em um disco. Há muita coisa em jogo, principalmente as guitarras, com os timbres, texturas e ruídos. Acho que ao vivo a pessoa realmente entende o nome da banda.
Qual o papel do improviso no som de vocês?Intenso durante o ócio criativo, no momento que uma música está surgindo. Depois que fechamos, não há mais espaço. Não agora, talvez um dia até façamos algo. Não sabemos. Certo é que cada trecho, cada arranjo é estudado um milhão de vezes, testado e torcido até o último minuto, e eles são fundamentais no andamento das percepções.
O fato de não haver elemento vocal na banda traz um novo foco aos timbres da música? Como vocês lidam/pensam a questão dos timbres?Mesmo se houvesse vocal, os timbres são importantíssimos. Se pensarmos bem, a voz é mais um elemento melódico. Se o sax falasse, ia ser algo do tipo. Os timbres te levam a viajar no tempo, abrem espaço para você perceber que o grupo está flutuando em determinado gênero musical e assim vai.
Para vocês o que é mais importante hoje: 1000 likes na fan page do Facebook ou um show para 150 pessoas?150 pessoas por show, com certeza. Se tocarmos em 6 cidades para 150 pessoas por show, provavelmente ultrapassaremos os 1000 likes. Haha
instrumentalMTV INSTRUMENTAL é uma série diária com entrevistas de bandas instrumentais brasileiras.






20.10.12

'O dia mais Epopeia do ano!': Ong faz evento de teatro e música instrumental no José Américo


A Ong Epopeia promoverá um grande evento do dia das crianças intitulado de ”O dia mais Epopeia do ano!” no próximo sábado, 20 de outubro, a festa será realizada para as crianças da comunidade Laranjeiras e Bairro Jose Américo na quadra da Escola Municipal Radegundes Feitosa a partir da 14h.
O Evento contará com apresentações artísticas como teatro, música instrumental, com a participação de um carro do Corpo de Bombeiros para passeio, Piscina de bolinhas e cama elástica. Haverá também de cachorro quente, salada de frutas, doces e brinquedos para todas as crianças que comparecerem. Serão montados dois estandes; Um dos trabalhos que a Policia Militar desenvolve nas escolas, através do Programa Educacional de Resistência as Drogas e a Violência que contará com a participação do Leãozinho simbolo do PROERD. O outro Estande apresentará fotos das atividades e obras de artes feitas pelas crianças da Epopeia.
A Epopeia é uma organização não-governamental sem fins lucrativos formado por mais de 70 componentes, entre sócios e voluntários, empenhados em desenvolver atividades ocupacionais para crianças desassistidas de comunidades carentes. A Epopeia foi fundada no ano de 2011 desde então passou a se empenhar para iniciar os trabalhos efetivamente com as crianças.
Com seu funcionamento de segunda a sexta no período da tarde, as turmas são compostas por até 15 crianças, nas instruções de reforço escolar, Violão Balé, moral cristã e Educação Física. Futuramente serão acrescidas aulas de informática básica e Inglês A Epopeia tem muitos projetos a serem desenvolvidos e ações a serem realizadas, mas isso depende da ajuda de sócios e voluntários. Para fazer parte desse grupo não é necessária nenhuma especialidade apenas a vontade de ajudar! O voluntariado é um ato de altruísmos que pode mudar vidas!
Como disse Paulo Freire... “A Educação não muda o mundo, Educação muda as pessoas, pessoas mudam o mundo!
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19.10.12

Guitarrista Joanne Shaw Taylor é 'deusa' rara do blues-rock

JEREMY GAUNT - Reuters
Os fãs de rock e blues que não ouviram Jimi Hendrix e Stevie Ray Vaughan em seu auge não poderiam ter se sentido melhores ao ouvir uma encarnação do século 21, em Londres, esta semana.
Acordes com batidas de guitarra extasiaram o público no Leicester Square Theatre, quase que da mesma maneira que os falecidos "deuses do rock" costumavam fazer.
Só que a performance veio de uma "deusa", Joanne Shaw Taylor, uma inglesa de 27 anos que mora em Detroit, cujo estilo musical e habilidades audaciosas de guitarra podem facilmente atrair uma segunda olhada daqueles que se deparam com ela despreparados.
A voz grave de blues e os longos cabelos loiros aumentam a sensação de que algo aqui não se encaixa ao molde esculpido por Hendrix, Vaughan, Jimmy Page ou Keith Richards.
Guitarristas mulheres de blues-rock são poucas, especialmente se nasceram em meados dos anos 1980, e podem hipnotizar seus ouvintes com uma versão de "Manic Depression", de Hendrix, que faria o roqueiro original temer por seu sucesso.
"Não há tantas mulheres tocando guitarra", disse Shaw Taylor à Reuters antes de entrar no palco. "Junto com a bateria, é um instrumento agressivo, masculino."
Convidada a citar mulheres boas de guitarra, ela deu uma pequena lista que inclui Susan Tedeschi, Joan Jett e Bonnie Raitt. Respectivamente, elas estão em seus 40, 50 e 60 anos.
Shaw Taylor diz que isso pode estar mudando. Ela observou que os pais estão trazendo suas filhas jovens para ver seus shows.
Ela pegou sua primeira guitarra quando tinha 6 anos, atraída por ver seu próprio pai e irmão tocando, que gostavam de roqueiros como Deep Purple e Thin Lizzy. Mais tarde, quando ouviu Vaughan, o guitarrista texano que morreu em um acidente de helicóptero em 1990 e era conhecido por seus riffs elétricos frenéticos, ela foi definitivamente conquistada.
Seus dois primeiros álbuns foram quase que blues-rock puro. O mais recente, "Almost Always Never", tende mais para o rock direto.
ANJO REAL
Shaw Taylor, que tem turnês planejadas no próximo ano para Nova Zelândia e Canadá, já tem seguidores firmes entre os fãs de blues-rock e uma reputação crescente que vai além disso.
Ela já passou da fase de tocar em clubes de blues para grandes teatros e, em junho, ganhou aparição global no concerto recheado de estrelas realizado fora do Palácio de Buckingham para o Jubileu de Diamante da rainha Elizabeth.
A cantora escocesa Annie Lennox, a quem ela não via há uma década desde que Shaw Taylor trabalhou com o ex-parceiro de Lennox no Eurythmics Dave Stewart, avisou em cima da hora para tocarem juntas.
"Foi o caos", disse Shaw Taylor, sobre a rápida mudança de planos e a preparação para a performance.
Lennox cantou "There Must Be An Angel (Playing With My Heart)" usando um grande par de asas de anjo. Shaw Taylor fez o mesmo quando surgiu para um solo diante de, provavelmente, o maior público que já teve.
ESTADO.COM.BR - Cultura
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10.10.12

Vem aí o 2º Festival de Música Instrumental de Londrina

De 16 a 21 de outubro, Londrina vai ser contagiada pelo som instrumental de músicos de Londrina e São Paulo
O show de abertura do 2º Festival de Música Instrumental de Londrina será do Farofa Duo na próxima terça-feira (16) no Centro Cultural Sesi, região central da cidade. O evento segue até o dia 21 de outubro.
Divulgao - Farofa Duo
Farofa Duo
Os músicos londrinenses Leopoldo Nantes e Tiago Mayer que formam o dueto de violões criaram um repertório baseado na mistura de influências da música erudita praticada na academia até a execução de canções populares no circuito noturno.
O Festival traz ainda apresentações de Duo Luas & Convidados, Gilberto de Queiroz Jazz Quarteto, Projeto Equinox, Guizado Selvagem (SP), Shut up and Dance (SP) e Malditas Ovelhas (SP).


6.10.12

Curiosidades : Vinho, Música clássica e Mozart


Esbocei um sorriso ao assistir a matéria do JN no dia 05 de outubro de 2012. De fato, as fronteiras da música clássica vão além, muito além, do que nós pobres seres humanos somos capazes de imaginar. Na Suíça, um produtor de leite já havia acusado o crescimento da produção quando música clássica invadia as ordenhadeiras. Em Londres, há não muito tempo, um commuter explicou-me que o motivo para o Concerto n.1 de Chopin estar invadindo todos os recantes da Queensway Station, em volume de som considerável, baseava-se no fato de que o nível de vandalismo e pixação da cidade havia diminuído após essa iniciativa. Saí do Underground e, mesmo enfrentando temperaturas baixíssimas, percebi que meu coração estava quente. Sim, a música clássica conserta também pessoas.
 Mas entre Música Clássica e o tal sambinha suave, como relata a matéria, sei lá, eu fico com Mozart!


ALVARO  SIVIERO
Blog

http://blogs.estadao.com.br/alvaro-siviero/vinho-musica-classica-e-mozart/

 

3.10.12

Big bands fazem tributo a lendário saxofonista mineiro Casé

  RAFAEL GREGORIO
DE SÃO PAULO
Em comentário sobre a morte do saxofonista José Ferreira Godinho Filho, o Casé, na Folha de 1º/12/78, o jornalista João Marcos Coelho declarou que "infelizmente morreu, aos 46 anos, sem deixar registrado sequer um décimo de sua arte. Em compensação, foi um músico de músicos, decisivo para a formação de futuros instrumentistas". Antonio Brasiliano/Divulgação Projeto Coisa Fina (foto)  destaque da Semana Cas amanh (23), no Teatro da Vila (zona oeste de SP) Projeto Coisa Fina (foto) é destaque da Semana Casé nesta segunda (23), no Teatro da Vila (zona oeste de SP)
Jazzista inspirado, capaz de rivalizar, segundo críticos de então, com os elevados padrões estéticos de ícones estrangeiros, como o americano Paul Desmond (1924-1977), Casé foi uma estrela na cena paulistana.
Por razões diversas, trilhou um caminho de obscuridade comercial. Ainda assim, encantou colegas, parceiros e pupilos. Gente da grandeza dos pianistas Dick Farney, Moacir Peixoto e Amilton Godoy, do Zimbo Trio, além do baterista Rubinho.
Nesta semana, o músico mineiro, que completaria 80 anos em 3/8, recebe homenagens de bandas instrumentais em diversos palcos da cidade.
Destaque para o Projeto Coisa Fina, nesta segunda (23), no Teatro da Vila, e para os grupos Reteté Big Band, na terça (24), e Zimbo Trio, no sábado (28), ambos no Ao Vivo Music
http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/07/22/big-bands-fazem-tributo-a-lendario-saxofonista-mineiro-case.jhtm







20.9.12

Bigbands vai à escola – Belo exemplo


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12/09/2012 - As escolas municipais Teodoro Sampaio, em Santa Cruz, e Barbosa Romeu, em São Cristóvão, estão sendo contempladas com o lançamento do projeto "Bigbands vai à escola", nos próximos dias 12 e 19. As unidades escolares receberão os oficineiros e a banda Fúria Consciente. Os estudantes terão a oportunidade de participar das oficinas, ministradas por artistas do cenário hip hop de Salvador. Na oportunidade, a direção de cada instituição irá informar como os estudantes deverão proceder para se inscreverem gratuitamente em uma das quatro oficinas oferecidas, de DJ, breakdance, Rap, e a de Grafite. O "Bigbands vai à escola" é um aquecimento para a programação do Festival Bigbands, a ser realizado entre os dias 22 e 28 de outubro e 3 de novembro, em Salvador.
http://www.bahiatotal.com.br/index.php/noticias-em-geral/

Duo instrumental se apresenta no “Música na Biblioteca”

Os músicos Marcelo Oliveira e Rodrigo Oliveira se apresentam nesta sexta-feira (21), a partir das 17h30, no hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná, para prestar homenagem ao compositor francês Claude-Achille Debussy (1862-1918). O duo também vai apresentar repertório instrumental que contempla clássicos da música brasileira, de Villa-Lobos a Hermeto Pascoal, e uma composição autoral de Rodrigo. A entrada é franca.
A apresentação faz parte do projeto “Música na Biblioteca”, e tem entrada grátis. Carioca radicado em Curitiba, o clarinetista e flautista Marcelo Oliveira, de 43 anos, integra a Orquestra Sinfônica do Paraná. É um dos instrumentistas mais festejados no cenário musical paranaense, com 30 anos de carreira. Rodrigo Oliveira, de 23 anos, é pianista do Klezmorin CWB e do JumpJazz, grupo que se notabilizou por apresentar jazz tradicional do início do século XX.
O projeto “Música na Biblioteca” visa valorizar os talentos da música local e ampliar as opções culturais oferecidas pela BPP. “Trazer a música para o cotidiano do público faz parte dessa proposta de integração de linguagens”, afirma o diretor da Biblioteca, Rogério Pereira.
Serviço: “Música na Biblioteca”, com Rodrigo Oliveira e Marcelo Oliveira
Data: sexta-feira, dia 21
Horário: 17h30
Local: Hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná. (R. Cândido Lopes, 133)
fonte: Agência de Notícias

13.9.12

Pianista prodígio, Austin Peralta toca em São Paulo

AE - Agência Estado
O piano de Austin Peralta se encaixa em cenas aparentemente díspares mas historicamente relacionadas. São elas o métier virtuosístico do jazz moderno, em que toca em trios e quartetos, trocando improvisos ligeiros, na linhagem de Herbie Hancock e outros pilares do teclado jazzístico, e a fértil cena de hip hop experimental de Los Angeles, centrada em torno da gravadora Brainfeeder. "Existe beleza em não ser nem uma coisa nem outra. Você aprende a trazer o que for necessário a cada situação", explica o músico à reportagem. "Escuto o que é único em cada momento, e vou atrás disso."
As situações são distantes e Austin vai de shows com Chic Corea a gravações com Flying Lotus, dono da Brainfeeder e padroeiro de uma vertente distinta de beatmakers, caracterizada pela psicodelia digital. Ainda assim, sua música forma um elo curioso entre estas cenas. Ao mesmo tempo que o nível técnico que possui é algo restrito a clubes de jazz, tendo função limitada na produção de beats, o som da Brainfeeder divide influências com a música praticada por Austin (a tia de Fly Lo é ninguém menos que Alice Coltrane, seu primo é Ravi Coltrane, filho do homem, e diversos discos da gravadora transpiram o virtuosismo e a ambiguidade harmônica do gênero).
"Não diria que é mais simples tocar para ser sampleado, sabendo que aquilo será manipulado depois. Mas é uma função mais coadjuvante, você pensa mais em texturas do que notas. Você pensa em cores harmônicas, em camadas de som", conta Austin, que trabalhou este ano, no aguardado novo disco de Flying Lotus, "Until the Quiet Comes".
As melhores sínteses da ponte criada por Austin Peralta estão em seus trabalhos para a gravadora. Seu disco solo, "Endless Planets", que o pianista mostra, nesta quinta-feira, em show no Cine Joia vai de tours de force de jazz modal como o de Capricornus a sonhos sintéticos como os de Renaissance Bubbles.
É o único disco gravado sem as manipulações de praxe na escalação da gravadora, que lança comparsas de Flying Lotus como Strangeloop, Teebs, Samiyam, Daedalus e outros do recorte sonoro. Suas parcerias com o baixista Thundercat também são notáveis. Na melhor delas, a faixa "$200TB", produzida por Flying Lotus, o piano de Austin sustenta o frenesi dos solos de Thundercat (há um vídeo dos dois trocando solos no YouTube que ilustra o ponto).
O resultado é uma espécie de soul fusion com hip hop moderno, que resume a direção apontada pela Brainfeeder nos últimos anos. Um caminho que tem uma sólida base de seguidores nos Estados Unidos. Em tempos em que equipamentos de DJ se transformam, cada vez mais, nas guitarras de outrora, o appeal estético do som da Brainfeeder faz sentido: adolescentes em busca de um som alternativo, em vez de seguirem a trilha popular do dubstep de Skrillex, dão vazão ao desejo de produzir uma batida densa e pesada com um viés experimental, como fazem os que lançam pela gravadora. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
AUSTIN PERALTA


http://www.estadao.com.br/noticias/





8.9.12

GALERA EM AÇÃO E POSES …


ORQUESTRA  MUNICIPAL  MAESTRO  JULIO  DE  CASTRO     29_12_2011_10_33_28_dsc07785g
                     OFICIAL   2012                                                      Natal  de  Luz   2011
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          Espaço  Cultural – Audição                                       OFICIAL   2011
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            OFICIAL   2010                                                           OFICIAL    2009

Orquestra Municipal Maestro Julio de Castro


Excelente  arranjo  do  Maestro ADEMIR JR do sucesso  de  Michael Jackson

7.9.12

CURIOSIDADES DO HINO NACIONAL BRASILEIRO

A Letra do Hino Nacional Brasileiro demorou 91 anos para ficar pronta!

Em 1831, D. Pedro I anunciou que deixava o trono para o filho e voltaria a Portugal. Foi a oportunidade que o músico Francisco Manuel da Silva esperava para apresentar sua composição. Pôs a letra de Ovídio Saraiva e o hino foi cantado em 13 de abril, na despedida de D. Pedro I. Durante algum tempo o hino teve o nome de Hino 7 de abril, data do anúncio da abdicação. Os portugueses consideraram a letra ofensiva a eles, por isso ela foi esquecida, mas a partitura passou a ser executada em solenidades públicas a partir de 1837. Para comemorar a coroação de D. Pedro II, a música recebeu novos versos, de autor desconhecido, e passou a ser considerada o Hino do Império. Era também tocada no exterior sempre que o imperador estivesse presente. Francisco Manuel ficou famoso, mas o Brasil continuava com o hino sem letra. Com a República, em 1889, o governo provisório fez concurso para o novo hino.
Foram apresentados 29 hinos e a comissão julgadora selecionou 4 para a final. Uma banda e um coro de 30 vozes regidos por Carlos de Mesquita executaram as finalíssimas. O mais aplaudido foi o do maestro Leopoldo Miguez, também escolhido pela comissão julgadora. O presidente Teodoro da Fonseca e quatro ministros deixaram o camarote oficial e voltaram em seguida com um decreto que conservava a música de Francisco Manuel como hino nacional. Mesmo sem a partitura a orquestra tocou a música e a platéia delirou. Mas o hino continuava sem letra.
Só em 1909 apareceu o poema de Joaquim Osório Duque Estrada. Não era ainda oficial. Tanto que 7 anos depois ele era obrigado a fazer 11 modificações.
O presidente Epitácio Pessoa declarou a letra oficial no dia 6 de setembro de 1922. Francisco Manuel tinha morrido em 1865 e o maestro cearense Alberto Nepomuceno fez a adaptação na música.
Finalmente, depois de 91 anos, nosso hino estava pronto!
(Fonte: Almanaque Brasil-Abril/2001)
Deve-se ou não aplaudir o Hino Nacional?
Você é quem sabe. Se quiser aplaudir, aplauda.
A verdade é que não existe nenhuma norma ou regra que proíba o aplauso depois que o hino for tocado.
Tudo o que a legislação prevê sobre o assunto está escrito na Lei 5 700 de 1º de setembro de 1971. Ela traz uma recomendação bem genérica, instruindo que a apresentação dos símbolos do país - a bandeira, as armas nacionais e o hino - exigem "atitude respeitosa" dos cidadãos. "O aplauso é uma manifestação pública, não é uma falta de educação e nem de respeito.
Portanto, não há nada que impeça o público de aplaudir a execução do hino.
Essa história de que não se pode aplaudir o hino ganhou força nas escolas.
Hoje, apenas os mais tradicionais acham falta de educação aplaudir o hino - ainda assim, apenas nas cerimônias mais formais, como antes da entrega dos diplomas em uma formatura, por exemplo. Mas, na maioria dos encontros públicos, como shows, comícios e jogos de futebol, o público costuma se empolgar depois do "pátria amada, Brasil.
Pode bater palmas que tá liberado!

À  Janela
http://ajaneladobraz.blogspot.com.br

5.9.12

7 DE SETEMBRO - SEMANA DA PÁTRIA

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Como  várias  outras  cidades  a  SEMANA  DA  PÁTRIA     e   o  7  DE  SETEMBRO
passará  em  branco  mais  uma  vez  não  haverá  comemorações  oficiais  na  nossa  Estância  Turistica.  Não  preservando  a  Cultura,  Civismo  e  Cidadania.

31.8.12

NIPPON FEST TUPÃ - 2012



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DESTAQUE DE AGOSTO FOI NO N.A.T.I. TUPÃ

 
 
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Foi  marcante  a  participação  da  Orquestra  Municipal  nas  festividades  ocorridas   no   belo  salão  de  festas  do  N.A.T.I.  na  zona  leste  da  cidade.  Com  autoridades  e  grande  numero  de  presentes  a Big band  de Tupã  marcou  presença  com  um  repertório  especialmente  preparado  para  o  evento  agradando  e  recebendo  aplausos  e  elogios  de  todos  os  presentes.  Foi  show  matinal  do  domingo 12/8.

29.8.12

BIG BAND DE TUPÃ DE CASA NOVA !



Desde  o  inicio  do  mes  a  Orquestra  Municipal  está  com  sua  Sala  de  Música  e  Base  Operacional  em  novo  endereço:  Av. do Universitário,  145  Jardim  Ipiranga  sala  106  nas  excelentes  dependencias  da  Secretaria   Municipal   da  Educação  de  Tupã.
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Coroando  com  exito  o  grande  esforço  e  empenho  da  Diretoria  da  Orquestra  e  Secretaria  de  Cultura  e  Turismo  e  da  Secretaria  da  Educação,  uma  ampla  e  confortável  sala  dotada  de  todo  o  conforto,  para  ensaios,  arquivo  e  deposito  dos  pertences  da  nossa  Orquestra.
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27.8.12

Mostra Internacional de Música de Olinda se espalha pelo Brasil


Um dos eventos mais importantes de música instrumental gratuita do país chega à sua 9ª edição nesta quinta-feira (30). É a Mostra Internacional de Música em Olinda (Mimo). Neste ano, à programação realizada em Olinda e Recife (PE) e João Pessoa (PB), que recebeu a mostra no ano passado, a Mimo chega às igrejas seculares da cidade de Ouro Preto (MG). E se estende por 11 dias consecutivos, com apresentações nas igrejas e sítios históricos das cidades.


Pref. de Olinda
Mostra Internacional de Música de Olinda se espalha pelo Brasil
 As apresentações acontecem nas igrejas e sítios históricos das cidades.
A abertura oficial acontece na quinta-feira, na cidade mineira, com um concerto da pianista Sonia Rubinsky, na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar. Entre 3 e 9 de setembro, a programação continua em Olinda, Recife e João Pessoa, com apresentações musicais, festival de cinema e oficinas voltadas para estudantes e músicos profissionais.

Com um misto entre o erudito e o popular, a programação musical reúne nomes como Arnaldo Baptista, Orquestra Contemporânea de Olinda, Richard Bona e Sylvain Luc, Marcos Suzano, Egberto Gismonti, entre outros. 

Além das apresentações musicais, outro destaque da Mimo é o conjunto de cursos gratuitos; uma oportunidade para que estudantes, profissionais e interessados em geral tenham contato direito com os artistas, aprendendo as técnicas usadas e desenvolvidas por eles. 

O cronograma deste ano conta com o workshop de regência de coral, ministrado pelo maestro Julio Moretzsohn, além da já tradicional participação do maestro Isaac Karabtchevsky na condução do Curso de Regência, um dos mais disputados da Mimo. A Etapa Educativa em Olinda, Recife e João Pessoa conta com 14 oficinas, entre elas de World Music (Richard Bona), Jazz e música cubana (Chucho Valdés), Guitarra (Arto Lindsay), entre outras.

Festival Mimo de Cinema

O Festival Mimo de Cinema, que acontece concomitantemente à Mostra, reúne obras de ficção, animação e documentários voltados para o universo musical – e inéditos em circuito comercial – nas categorias de curta, média e longa-metragem. 

Projetados em telões ao ar livre, na área externa de igrejas, museus e mercados, as exibições promovem um encontro entre músicos, cineastas e plateia, numa mostra não-competitiva com entrada gratuita, sujeita à lotação dos espaços.

Dos 91 títulos inscritos este ano, 25 foram selecionados, entre eles: Reggae na estrada, de Paulinho Sacramento; A lavagem das calcinhas voadoras, de Huila Gomes e André Hilme; Brasil somos nós, produzido pela Bossa Novas Filmes, com direção do espanhol Robert Bellsolà e Ó liberdade, de Cíntia Langie e Rafael Andreazza.


http://www.vermelho.org.br/