8.12.12

Orquestra JK A Brasilia Big Band agora passa a se chamar Orquestra JK

Fim do nome Brasília Big Band

Olá amigos e amigas, a Brasília Big Band anuncia que desde hoje, dia 05/12/2012 passará a se chamar ''Orquestra JK'', integrando todo seu conteúdo artístico, musical e publicitário à JK Produções Musicais.
Não é uma crise ideológica, mas si

m uma evolução na proposta musical de trabalho, aproveitando a tendência e concentrando esforços no nome mantenedor da proposta musical que é a JK.
É interessante relatar que inicialmente o grupo se chamava Orquestra Brasília, e depois quando participou do GDF em 2010 passou a se chamar Brasilia Big Band. Agora, totalmente integrada a JK, a Orquestra assumi nova identidade, porém com o mesmo elenco de músicos, maestro e também com maiores possibilidades de crescimento artístico profissional.
Agradecemos a todos amigos, fãs e colaboradores que nos incentivaram até aqui e pedimos por gentileza que estejam atentos as novas publicações sobre a Orquestra JK na nossa página e www.jkpromusic.wordpress.com
Para receber atualizações sobre nosso trabalho, basta curtir nossa página www.facebook.com/promusicjk
Atenciosamente,
Ademir Junior
Maestro e idealizador

Festival de jazz reúne grandes nomes da música instrumental em Belém

Jacofest reúne músicos paraenses e artistas internacionais.
Festival será realizado neste final semana, na Estaçaõ das Docas.

Do G1 PA

O Anfiteatro do Forte de São Pedro Nolasco, da Estação das Docas, será o palco do festival “Jacofest – Jazz da Amazônia Contemporânea”, que reunirá artistas nacionais e internacionais de jazz fusion neste final de semana, dias 8 e 9.

Os shows, que têm entrada franca, reunirão Adelbert Carneiro Sexteto, Rafael Lima/Juçara Abe Project, Minni Paulo Medeiros, Quarteto MG Calibre e Dona Onete Omar. O Sosa Afrikjazz Trio (Cuba) e Bocato & Banda (São Paulo) são os convidados especiais do evento.

7.12.12

Projeto Guri inicia inscrições para seleção de alunos

                                                                                   Música


Segundo informações divulgadas pela coordenadora do polo do Projeto Guri de Tupã, Daniela Aznar Cosine, neste mês de dezembro o Projeto Guri iniciará inscrições para a seleção de alunos para seus 12 Grupos de Referência - criados para estimular e intensificar a formação musical e a qualificação de alunos e ex-alunos.
Para estimular o desenvolvimento dos participantes, a Associação Amigos do Projeto Guri ofereceu bolsas auxílio para 254 classificados no processo seletivo realizado em 2012. Em 2013, serão selecionados 259 bolsistas e 60 integrantes não bolsistas de 12 regiões do Estado, que integrarão 12 grupos divididos em 8 especialidades musicais – coro, percussão, camerata (cordas dedilhadas, cordas friccionadas e violões), orquestra, banda de música e big band. Cada um dos 12 grupos de referência se reúne para ensaios no polo sede de sua região: Andradina, Bauru, Franca, Itaberá, Jundiaí, Lorena, Ourinhos, Presidente Prudente, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto e Sorocaba.
A bolsa-auxílio é uma ajuda de custos mensal para garantir transporte, manutenção do instrumento e outras despesas dos integrantes, já que os ensaios dos grupos podem acontecer em horários diferentes das aulas normais dos polos. São divididas em duas categorias:

6.12.12

Osesp apresenta 7ª sinfonia de Shostakovich

AE - Agência Estado
Imagine uma sinfonia estreada em Kuybychev em plena Segunda Guerra Mundial, no dia 5 de março de 1942, com transmissão radiofônica para toda a União Soviética, e que teve sua partitura microfilmada e enviada, via Teerã e Cairo, para o Ocidente. Naquele mesmo ano, foi tocada em Londres; e nos Estados Unidos, Toscanini regeu sua Orquestra da NBC, em evento transmitido pelo rádio para todo o país. E, em agosto, na própria Leningrado sitiada. A sétima sinfonia de Dmitri Shostakovich (1906-1975) retrata a heroica resistência da cidade de Leningrado, sitiada durante muitos meses pelo Exército nazista. Provavelmente, nenhuma outra obra do século 20 foi politicamente usada de modo tão eficaz quanto esta, que se transformou no símbolo da memória coletiva da guerra.

Interpretação de Músicas

Gêneros musicais como ferramentas de trabalho

Erika de Souza Bueno

A música é uma forma cativante de dar voz a sentimentos enfurnados dentro de nós e, este "nós", pode ser entendido, até mesmo, como a sociedade em geral. Nossa voz só evidencia aquilo que está dentro de nós e, através dos gêneros musicais, conhecemos os pensamentos, as convicções políticas, a irritabilidade social e tantas outras possibilidades que estão guardadas dentro de alguém.

Não é adequado ao professor, na sala de aula, adotar uma atitude de preconceito ao gênero musical de seus alunos. Antes, deve tentar compreender o porquê de tais escolhas e direcionar seus esforços para apresentar novos horizontes ao alunado tão vazio, muitas vezes, de conhecimentos de várias ordens, não se apresentando nenhuma alternativa para uma escolha pensada mais logicamente.

Atualmente há tantas músicas vazias de conteúdos... São artistas que só deixam evidenciar o que são e o que a sociedade, ou parte significante dela, quer ou aprecia.

Música na escola influencia na aprendizagem.

MÚSICA  NA  ESCOLA

Em 1500 os padres jesuítas já utilizavam a música em seus projetos de catequese escolar, portanto, é uma ferramenta de educação muito antiga.
Hoje em dia é deixada em segundo plano e em muitas vezes nem utilizada na escola.
A música está presente na vida de todos e é parte indissociável da educação. Entretanto, é uma área do conhecimento que não tem recebido a atenção necessária. Para o processo de aprendizagem, são muitos os benefícios desta arte, sem esquecer que acima de tudo, conhecer música permite desenvolver a autonomia diante do mundo sonoro que nos cerca.

NELSON DE CASTRO (maestro) Biografia


Apresentamos  um  trabalho  biográfico  da  grande  personagem  da  história  musical  de  Tupã,  o  Maestro  Nelson  de  Castro  que  criou  e  manteve  a  magnífica  “Nelson  e  Sua  Orquestra  Tupã”  que  estabeleceu  referencia  e  estilo  das  Orquestras  de  Baile  no  interior  de  São Paulo  nas  décadas  de  50  e 60.        Ba_lu10w9TE           Digitalizar0003             

1920   -    Musicista, compositor  e  maestro,  nasceu  na  cidade  de  Viradouro (sp)  a  14  de  fevereiro  de  1920.
Filho  primogênito  do  saudoso  e  grande  maestro  JÚLIO  DE  CASTRO  e  Elvira  Silveira  de  Castro.
1943   -   Em  Monte Azul Paulista (sp)  Nelson  de  Castro  casa-se  a  30  de  dezembro  de  com  a  prendada  senhora  Aracelis  Alvares  de  Castro,  de  cujo  matrimônio  nasceu  o  filho  Nelson  de  Castro  Junior, médico  brilhante radicado  em  Curitiba (PR)  e  também saxofonista  como  o  pai.
1944   -   Ingressou  na  Escola  Militar,  cursando  especialização  de  Sargento  e  servindo  na  Força  Expedicionária  Brasileira,  na  Itália.  Ao  regressar  foi  promovido  e  graduado  1º  Tenente.
1948   -    Tranfere-se  com  a  família  para  Tupã,  sendo  admitido  para  trabalhar  na  Exatoria  da  Prefeitura  no  dia  8  de  julho,  época  em  que  seu  genitor   o maestro  Júlio de  Castro assumira  a  batuta  e  reorganização    da  Banda  Municipal,  dando  qualidade  e  ênfase  musical.
1949   -   Seguindo  os  ensinamento  do  pai  e  seus  próprios  dotes  naturais  de  musicista  emérito  e  de  qualidade  ímpar,  Nelson  de  Castro  organizava  a  22  de  novembro,  dia  de  Santa  Cecília,  a  Sua  Orquestra  Tupã,  que  viria  ser  o  grande  marco  histórico  e  referência  de  orquestras  de  bailes  de todo  o  interior  de  São  Paulo  e  do  Brasil,  a  gloriosa  “NELSON  E  SUA  ORQUESTRA  TUPÔ   e  os  excepcionais  músicos.

Projeto Música Orquestral Alemã apresenta últimos concertos no Theatro São Pedro e no Sesc Vila Mariana

O Conservatório de Tatuí, instituição da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, realiza as duas últimas apresentações do projeto Música Orquestral Alemã com a Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, série que tem a direção artística do regente Felix Krieger. As apresentações acontecem no dia 13 de dezembro, às 20h30, no Theatro São Pedro, e no dia 15, às 21h, no Sesc Vila Mariana.  A série tem a direção artística do regente Felix Krieger. A orquestra também receberá Sarah Tysman como pianista convidada e os monitores Alessandro Borgomanero, violino, Raiff Dantas Barreto, violoncelo, Luiz Garcia, trompa, Ricardo Kubala, viola, Alexandre Ficarelli, oboé, e Pedro Gadelha, contrabaixo.
O concerto será iniciado com a abertura da ópera Orfeu e Eurídice, de Christoph Willibald Gluck. O compositor “colocou palavras e música em um equilíbrio perfeito e de igual importância”, ressaltou Krieger. A maestria de Gluck foi reconhecida por grandes poetas alemães, como Klopstock, Schiller e Goethe, a ponto de este último pedir a Gluck que musicasse alguns de seus textos. Curiosamente, por meio dos ideais musicais de Goethe e Zelter, as composições de Gluck também se tornaram parte importante da educação musical do jovem Mendelssohn, um dos personagens deste concerto.
O programa escolhido por Felix Krieger tange a história de Johann Sebastian Bach. O status de um dos maiores compositores ocidentais foi conquistado apenas muito tempo depois. Após a morte de Bach, em 1750, as obras dele foram esquecidas e deixaram de ser executadas por muitas décadas. Krieger e a Sinfônica do Conservatório de Tatuí executarão o Concerto para piano em ré menor, de Bach. Essa obra foi tocada por Mendelssohn em seu histórico concerto como novo maestro da orquestra Gewandhaus de Leipzig, em 1835.
Mendelssohn tornou-se um dos principais personagens do renascimento de Bach na Alemanha, após a apresentação da Paixão Segundo São Mateus, em 1829, com a Berlin Sing-Akademiezu, sob os auspícios do Zelter. Por isso mesmo, Krieger escolheu terminar o programa com a Sinfonia nº4, de Mendelssohn, obra inspirada nas cores e atmosferas da Itália.
Projeto Música Orquestral Alemã
A proposta do projeto Música Orquestral Alemã foi a montagem de um panorama histórico sobre o desenvolvimento da música de concerto germânica ao longo de mais de 250 anos, do barroco ao período moderno, em sete diferentes programas e 13 concertos, no interior e na capital do Estado de São Paulo. Em todo o projeto foram realizados uma obra de cada um dos mais famosos compositores da cultura europeia central, como Haydn, Beethoven, Mozart, Handel, Gluck, entre outros.
Em todos os concertos, os compositores foram apresentados a partir do autor que o precedeu, mostrando como cada um representa uma influência a um compositor da geração seguinte. Todos os envolvidos - músicos e público – foram capazes de sentir e entender como a música orquestral alemã se desenvolveu. Além da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, a formação do grupo conta com a participação de músicos monitores da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) e outros, junto com os alunos da instituição.
O projeto “Música Orquestral Alemã” foi contemplado pelo Ministério da Cultura para receber benefícios da Lei Rouanet, e possui patrocínio do Banco Safra, Hamburg Süd Brasil, Deutsche Bank S.A. - Banco Alemão, Allianz Seguros, com promoção do Goethe-Institut e co-realização SESC.
Serviço
Dia 13/12 (quinta-feira) – 20h30
Theatro São Pedro
Rua Barra Funda, 171- São Paulo
Entrada R$ 10 (meia entrada para alunos, professores, cidadãos com 60 anos ou mais, mediante apresentação de documento comprobatório)
Dia 15/12 (sábado) – 21h
SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 – São Paulo/SP
Informações: (11) 5080-3000
Entrada Franca
















4.12.12

Festival Choro Jazz entra para circuito internacional

AE - Agência Estado
Eles vieram "pra quebrar tudo" e não fizeram por menos. Em sua quarta edição, o festival Choro Jazz Jericoacoara cresceu, entrou para o circuito internacional e estendeu a programação para a capital do Ceará. Em três noites, no anfiteatro do Centro Cultural Dragão do Mar, reuniu ases do instrumental brasileiro, como o Duo Assad, que tocou pela primeira vez no festival e fazia 30 anos que não pisava em Fortaleza, e os habitués Arismar do Espírito Santo e Alessandro Penezzi, entre outros, em encontros marcantes.
De Fortaleza seguem todos para Jericoacoara, onde o festival começa nesta terça e vai até domingo, promovendo shows na praça central da vila e oficinas com instrumentistas em diversos pontos. Tudo de graça. Este ano, um maior número de estrangeiros (principalmente norte-americanos) está inscrito para os workshops e esquentou o clima na plateia dos shows na capital. Ali, já tiveram espécies de aulas de excelência musical, tanto no repertório como no desempenho dos músicos de primeira grandeza.
"Estender o festival para Fortaleza foi importante para dar oportunidade para mais gente ouvir esse tipo de música. Quanto mais você mostra a cara para as pessoas, mais elas vão se acostumar com esse som", diz o produtor Capucho. "Propus a parceria com o pessoal do Dragão do Mar, eles toparam, e resolvi fazer nesse formato menor de duos em três dias."
O festival privilegia duas escolas de música instrumental que têm com característica a abertura para o improviso, mas não se limita do choro e ao jazz. "É um encontro de música boa e tem até uma noite que é regional", resume Capucho, produtor e idealizador do festival. Como nas edições anteriores, esta também conta com atrações estrangeiras: o clarinetista italiano Gabriele Mirabassi (que divide o palco com Guinga) e o grupo Lindigo, da Ilha da Reunião (França). Brasileiros com larga repercussão internacional, Duo Assad e Raul de Souza (o grande homenageado do festival este ano), estão entre os nomes mais fortes do elenco, que tem os gaúchos Tambo do Bando, os cariocas do Trio Madeira Brasil e o alagoano João Lyra, além de paulistas, pernambucanos, cearenses e mato-grossenses, cobrindo boa parte do território nacional.
Sempre aberto para outras manifestações, o evento tem espaço para a canção também. Nos anos anteriores, a Velha Guarda da Portela, Joyce, Dori Caymmi, Renato Braz, Ivan Lins e Ana Luiza, entre outros, representaram o samba, a bossa e outros gêneros cantados.
Este ano, o festival recebe Almir Sater, Mônica Salmaso e Antônio Nóbrega, que - como seus conterrâneos da Spok Frevo Orquestra na primeira edição - promete fazer uma grande festa na areia, no show de encerramento no domingo, com seu misto de frevo, caboclinho, maracatu, animação teatral e dança. Filó Machado é convidado do Quinteto Vento em Madeira.
Nesta edição, há um número maior de oficinas, espaços e alunos inscritos. Além de músicos que atuaram nos anos anteriores (Arismar, Penezzi, Jean Garfunkel, Fabio Pascoal, Maurício Carrilho), há novos agregados, como Oscar Bolão (samba na bateria), Teco Cardoso (os sopros e a linguagem Brasileira), Mirabassi (clarinete erudito, popular e jazz), Cristóvão Bastos (piano), Filó Machado (canto) e Anna Paes, que foi apresentadora dos shows e agora vem com aulas de canto baseado na obra do poeta, letrista e compositor Paulo Cesar Pinheiro. É um privilégio tão raro a concentração de grandes músicos, ainda mais num lugar tão bonito como este. As informações são do jornal   O Estado de S. Paulo.
http://www.estadao.com.br/noticias/







2.12.12

DIA DO SAMBA

 

Dia do Samba O dia do samba é uma homenagem a Ary Barroso, sambista com vários sucessos como na "Na Baixa do Sapateiro".
Mas o curioso é que quem instituiu a data foi um vereador baiano, celebrando a data em que Ary Barroso visitou a Bahia pela primeira vez.
Desde então os dois estados, Bahia e Rio de Janeiro celebram a data. Em geral shows e festividades com nome importante da musica acontecem em ambas as cidades.
Confira a programação e não deixe de celebrar. O samba é uma das expressões mais importantes da cultura brasileira reconhecida em todo o mundo.
'Quem não gosta de samba
Bom sujeito não é
Ou é ruim da cabeça
Ou doente do pé'