10.2.15

Festival de jazz traz ao Brasil Wynton Marsalis e The Cookers

Um concerto especial com Wynton Marsalis e a Jazz at Lincoln Center Orchestra marcará a edição comemorativa de aniversário do mais longevo festival de jazz do país, agora rebatizado como brasiljazzfest. O evento criado em 1985 pelas irmãs Monique e Sylvia Gardenberg celebrará seus 30 anos, entre os dias 27 e 29 de março, no Rio e em São Paulo, com uma agenda que inclui ainda o supergrupo americano The Cookers, o quarteto do saxofonista porto-riquenho Miguel Zenón e os trios do pianista norueguês Tord Gustavsen e do brasileiro André Mehmari. A programação e o início da venda de ingressos ainda não foram divulgados.
Sob curadoria do jornalista e crítico musical Zuza Homem de Mello, do músico, arranjador e produtor musical Zé Nogueira e do produtor Pedrinho Albuquerque, a edição 2015 do festival ocupará o palco principal da Cidade das Artes, no Rio, e utilizará duas locações paulistanas: a Sala São Paulo e o Auditório do Ibirapuera.
"Ao longo de três décadas, o festival se manteve como uma realização de peso na área musical do país e como uma vitrine de inúmeros músicos consagrados ou na iminência de se consagrarem que, reunidos numa lista, representam o que há de melhor e mais significativo e consequente no jazz e na música instrumental brasileira desses 30 anos. De tal modo que quem tenha tido a oportunidade de acompanhar todas as edições pode se considerar um verdadeiro diplomado em jazz. Sem sair do Brasil", afirma Homem de Mello, em um comunicado divulgado pela organização do festival.
Há dez anos sem se apresentar na América do Sul, Wynton Marsalis se tornou um dos nomes mais influentes do jazz contemporâneo. Ele, que esteve pela primeira vez no Brasil na segunda edição do festival, em 1986, repetindo a dose em 1991, volta agora como diretor musical e trompetista da Jazz at Lincoln Center Orchestra. Grande atração da edição deste ano, ele fará uma apresentação no Rio e três na capital paulista (duas na Sala São Paulo e uma, gratuita, na manhã de domingo, no palco do Auditório Ibirapuera voltado para o parque).
Idealizado e produzido pela Dueto Produções - empresa atualmente sob o comando de Monique Gardenberg e seus sócios Carlos Martins e Jeffrey Neale -, o evento estreou em 1985, como Free Jazz Festival, e já foi chamado de TIM Festival e BMW Jazz Festival, trazendo ao Brasil nomes como Ray Charles, Dizzy Gillespie, Stevie Wonder e James Brown.
 A  TARDE   -        http://www.atarde.com.br/    

9.2.15

Estudar em silêncio total ou ouvindo música? Descubra qual método é melhor para você

Saiba quais tipos de música de adaptam melhor às sessões de estudo

Fonte: Shutterstock
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Em algumas situações, pode ser mais produtivo ler e fazer anotações ouvindo música

Em geral, os alunos são aconselhados a estudar sempre em silêncio, em ambientes tranquilos, para focar apenas no estudo. No entanto, você sabia que, em algumas situações, pode ser mais produtivo ler e fazer anotações ouvindo música?



Isso acontece porque o que realmente desconcentra os estudantes são os barulhos externos do ambiente. Ao ouvir música, o aluno se desliga de ruídos desagradáveis e presta atenção no que mais importa, aumentando o seu rendimento. Mas é preciso escolher o tipo de música adequadamente para que esse método funcione, caso contrário, a melodia também pode ser uma distração.

O ideal é que a música não tenha letras, afinal, o que os cantores estão dizendo pode entrar em conflito com a informação absorvida na leitura. Ainda que a música seja instrumental, sua velocidade e energia podem variar de acordo com o gênero, por exemplo, músicas para meditação têm um ritmo diferente de música erudita, embora ambas não tenham letras.

Levar em consideração o ambiente para a escolha do repertório também é importante: lembre-se que músicas mais agitadas combinam melhor com ambientes barulhentos, como parques. Já melodias suaves se encaixam na atmosfera de um local tranquilo, como a biblioteca.

Dependendo do tipo de estudo, isso também pode variar. Prefira músicas calmas e instrumentais se sua intenção for apenas ler e memorizar. Já se o objetivo for desenvolver um projeto criativo, como escrever ou elaborar um trabalho gráfico, é melhor optar por ritmos mais agitados.

Acima de tudo, é fundamental conhecer seu próprio estilo de estudos. É interessante alternar ambos os métodos dependendo da situação, mas recorrer sempre àquele que se adaptar melhor às suas necessidades.

8.2.15

MUSEU FOLIA - 2012



Video realizado pela TV Câmara de Tupã  do  primeiro Museu Folia  acontecido  em  2012  promovido  e  organizado  pelo Museu Histórico e Pedagógico India
Vanire  em  parceria  com  a  Orquestra Júlio de Castro  e  o  Grupo Fênix de Teatro.