18.6.16

"ZÉ PRETINHO" José Anselmo Filho





JOSÉ ANSELMO FILHO (Zé  Pretinho"  nascido  em  Ituverava SP,  filho  de  José Ansel  e  Jeronima Maria de Jesus;  foi  casado com  Maria Rosa de Jesus ;  quatro  filhos  sendo  três  instrumentistas Geni, Marli  e  Marilda.

Foi  professor  de  violão  na Associação de Ensino de Tupã, no Instituo Artístico  Santa Cecília,  na Escola Magda Tagliaferro de Penápolis  e  também  em  Bastos.

Participou  com  destaque  e  brilhantismo  como  músico de  saxofone alto  na  Banda  BIRD'S,  ORQUESTRA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO  e  LEOPOLDO  E  ORQUESTRA  TUPÃ.
tivemos  a  honra  de  sua  participação  em  nossa  Orquestra  Maestro  Júlio de  Castro  e  ainda  hoje  temos  a  MARLI  ANSELMO  (sua filha)  como  nossa  querida  integrante.

Alegre  e  extrovertido  lecionou  incansavemente:  Saxofone, Trompete,  Contra baixo e Violão,

Elaborou  vários  arranjos musicais  principalmente  para o coral  de  Tupã.
Por  decreto  a  Prefeitura de Tupã o homenageou  dando ao  Espaço Cultural na  Praça da Bandeira  o  nome  de  José Anselmo Filho "ZÉ PRETINHO"  onde  também é  nossa  base  e  Sala.                   UM  POUCO  DO  ZÉ PRETINHO

20.4.16

Orquestra Municipal maestro Julio de Castro



Apresentação  da  Orquestra Julio de Castro  no  Ginásio do  Instituto Federal  de Tupã -   Formatura  da  primeira  turma  de  2015  do  PROERD  -  Video  produzido  e  editado  pelo  Grupo  AGAPE

27.11.15

PREMIO MAESTRO JÚLIO DE CASTRO 2015 - Música Instrumental - Foram Entregues

Premiados  com  destaque  na  música  instrumental  de  Tupã,  receberam  os  troféus  e  medalhas  no  ultimo  domingo  22/11  ao  final  da  apresentação  da  Orquestra  no  encerramento  da  "AFROFEST"  na  Praça  da  Bandeira  em  Tupã  Foram  premiados  neste  ano  o  vereador  LUIZ  CARLOS  SANCHES,  o  ex  Secretario   CHARLES  DOS  PASSOS    e  o  band leader e maestro  ANDERSON  CAVALCANTE  AMORIM  todos  na  categoria  DESTAQUE  e  com  Medalhas   os  músicos  integrantes  da  Orquestra Municipal:  Dr Valdir  Grassi (incansável colaborador técnico),  Mário  Cunha  (o  mais  idoso = 84 anos)  e  Gerson  das  Dores "Lobão" (o mais  antigo  integrante).




12.5.15

TIM MAIA: O HERÓI DO MIMIMI

 
Tim Maia: o herói do mimimi
Depois da exibição de “Vale o que vier” (Globo), especial que mesclou o filme “Tim Maia” e depoimentos de outros artistas e personagens envolvidos na vida e obra do saudoso cantor, as redes sociais foram dominadas por comentários sobre… Roberto Carlos.
Exatamente: mais que o próprio homenageado, o personagem mais comentado foi o “rei”.
O que mais gerou polêmica, cruzando o longa-metragem e o “docudrama” da TV, foi a exclusão de uma cena em especial: a sequência em que Tim Maia, depois de algumas tentativas frustradas, chega ao camarim de Roberto Carlos e toma um verdadeiro chá de cadeira, depois de ganhar “botas que sobraram”, e é humilhado por um assessor de Roberto Carlos, que lhe atira dinheiro amassado.

24.4.15

Trombonista Silvio Giannetti lança seu primeiro álbum solo


Alexandre Gaioto
Metendo a boca no trombone da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo por duas décadas, Silvio Giannetti pôde se apresentar com figurões da MPB, como Ivan Lins, Hermeto Pascoal, Milton Nascimento e Edu Lobo.
Depois de uma vida inteira dedicada à música, o trombonista paulistano de 48 anos lança finalmente, de forma independente, seu primeiro álbum solo.
Em "Sambas & Choros", Silvio faz um apanhado do cancioneiro brazuca, mostrando suas caprichadas releituras para Jacob do Bandolim ("Bole-Bole"), Lupicínio Rodrigues ("Se Acaso Você Chegasse"), Ary Barroso ("Faceira") e Gonzaguinha ("E Vamos À Luta"), entre outros gigantes.
Ao Diário, ele fala sobre o desafio de lançar um álbum solo de trombone e avalia sua trajetória musical.
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O DIÁRIO Esse seu primeiro álbum ficou realmente muito bom. Você ficou satisfeito com o resultado de "Sambas & Chorosa"?
SILVIO GIANNETTI Nas primeiras duas músicas, eu ainda não tinha certeza que ficaria bom. Mas, a partir da terceira, tudo ficou muito claro. Conseguimos a fusão do choro tradicional com alguns sambas mais modernos, e gravei só o que gosto de tocar. Quis fazer um álbum que agradasse o público em geral, não só quem aprecia o trombone. Por isso, temos bons arranjos e, a todo momento, outros instrumentos solando, como o sax e o trompete.

Teve medo que o trombone soasse muito repetitivo?
Às vezes, ouço trombonistas internacionais, que são realmente muito bons, mas eles ficam sempre na mesma coisa. Você escuta o disco e é o mesmo timbre, do início ao fim. É enjoativo. Quis evitar isso no meu álbum.

Quais trombonistas são esses?
Ah, não quero citar nomes. Mas são trombonistas consagrados, que compõem as próprias músicas e têm técnicas sofisticadas. Mesmo assim: é enjoativo.

Você está lançando esse seu primeiro álbum, agora, aos 48 anos. Por que demorou tanto tempo?
Eu nunca tive vontade de gravar um álbum solo, nunca me vi como um artista solo. Acho que porque sempre trabalhei demais, passei vinte anos tocando na Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, além de ministrar aulas e participar das gravações de outros artistas do samba, do jazz, da música instrumental.

E na Banda Sinfônica qual era o seu repertório?
Tocávamos de tudo, do erudito à música popular. Executávamos Bach e Beethoven, mas também tocávamos sambas e frevos.

No encarte do álbum, você lembra que, quando começou a tocar, era muito difícil encontrar gravações de trombonistas, como as de Raul de Barros. Hoje, com toda a facilidade e o rico acervo do YouTube, temos melhores trombonistas ou há fácil acesso e poucos músicos interessados no instrumento?
Hoje tem mais informação, mas pouca gente querendo tocar trombone. Eu exploro muito o YouTube: lá tem coisas que eu nunca vi na vida, centenas de vídeos raros. Você pode procurar uma determinada música, interpretada por um determinado trombonista e há 90% de chance do vídeo estar lá. A gente tem que valorizar isso. A internet me ajudou e muito.

Por que não gravou nada autoral?
Fiz duas músicas, mas não gostei de nenhuma. Não sei dizer o motivo. Elas permanecem guardadas. Sempre acho que as coisas não estão boas o suficiente. Mas ainda estou mexendo nelas. Quem sabe não fica para o próximo CD? Quero lançar algo no próximo ano, voltado para a bossa nova.

Em três faixas, você abandona o trombone e solta a voz. Você se acha um bom cantor?
Olha, as pessoas dizem que sim (risos). Acho que sou, sim, um bom intérprete na voz e no trombone.
Divulgação
Silvio Giannetti: trombonista paulistano lança seu primeiro  contatos/amigos da rede social do autor.



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22.4.15

Aniversário de Ipanema será comemorado com evento Música na Paz

Para comemorar o aniversário do bairro de Ipanema, que completa 121 anos de fundação, começa no dia 26 de abril (domingo), o projeto Música na Paz, na reurbanizada Praça Nossa Senhora da Paz. No repertório de estreia músicas em homenagem aos grandes compositores Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Pixinguinha.

O projeto Música na Paz é uma iniciativa da Associação de Moradores de Ipanema e do Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras da Linha 4 do Metrô no coração do bairro, e seu principal objetivo é resgatar a tradição da música instrumental clássica, erudita e contemporânea de boa qualidade para a sociedade carioca.
O Música na Paz é gratuito e terá mais duas edições nos dias 17 de maio e 21 de junho, sempre das 13h às 18h; no palco se revezarão músicos e orquestras de diversos estilos musicais: MPB, Bossa Nova e Chorinho.
O evento, organizado pelo produtor cultural Bruno Nogueira conta com o apoio da Subprefeitura da Zona Sul e o patrocínio do Consórcio Linha 4 Sul. O show será transmitido ao vivo na web e mobile pela plataforma Rio ao Vivo e contará também com exposições de pinturas, esculturas e artesanato com curadoria da Stickeria.
SRZDhttps://www.sidneyrezende.com/

10.2.15

Festival de jazz traz ao Brasil Wynton Marsalis e The Cookers

Um concerto especial com Wynton Marsalis e a Jazz at Lincoln Center Orchestra marcará a edição comemorativa de aniversário do mais longevo festival de jazz do país, agora rebatizado como brasiljazzfest. O evento criado em 1985 pelas irmãs Monique e Sylvia Gardenberg celebrará seus 30 anos, entre os dias 27 e 29 de março, no Rio e em São Paulo, com uma agenda que inclui ainda o supergrupo americano The Cookers, o quarteto do saxofonista porto-riquenho Miguel Zenón e os trios do pianista norueguês Tord Gustavsen e do brasileiro André Mehmari. A programação e o início da venda de ingressos ainda não foram divulgados.
Sob curadoria do jornalista e crítico musical Zuza Homem de Mello, do músico, arranjador e produtor musical Zé Nogueira e do produtor Pedrinho Albuquerque, a edição 2015 do festival ocupará o palco principal da Cidade das Artes, no Rio, e utilizará duas locações paulistanas: a Sala São Paulo e o Auditório do Ibirapuera.
"Ao longo de três décadas, o festival se manteve como uma realização de peso na área musical do país e como uma vitrine de inúmeros músicos consagrados ou na iminência de se consagrarem que, reunidos numa lista, representam o que há de melhor e mais significativo e consequente no jazz e na música instrumental brasileira desses 30 anos. De tal modo que quem tenha tido a oportunidade de acompanhar todas as edições pode se considerar um verdadeiro diplomado em jazz. Sem sair do Brasil", afirma Homem de Mello, em um comunicado divulgado pela organização do festival.
Há dez anos sem se apresentar na América do Sul, Wynton Marsalis se tornou um dos nomes mais influentes do jazz contemporâneo. Ele, que esteve pela primeira vez no Brasil na segunda edição do festival, em 1986, repetindo a dose em 1991, volta agora como diretor musical e trompetista da Jazz at Lincoln Center Orchestra. Grande atração da edição deste ano, ele fará uma apresentação no Rio e três na capital paulista (duas na Sala São Paulo e uma, gratuita, na manhã de domingo, no palco do Auditório Ibirapuera voltado para o parque).
Idealizado e produzido pela Dueto Produções - empresa atualmente sob o comando de Monique Gardenberg e seus sócios Carlos Martins e Jeffrey Neale -, o evento estreou em 1985, como Free Jazz Festival, e já foi chamado de TIM Festival e BMW Jazz Festival, trazendo ao Brasil nomes como Ray Charles, Dizzy Gillespie, Stevie Wonder e James Brown.
 A  TARDE   -        http://www.atarde.com.br/    

9.2.15

Estudar em silêncio total ou ouvindo música? Descubra qual método é melhor para você

Saiba quais tipos de música de adaptam melhor às sessões de estudo

Fonte: Shutterstock
Fonte: Shutterstock
Em algumas situações, pode ser mais produtivo ler e fazer anotações ouvindo música

Em geral, os alunos são aconselhados a estudar sempre em silêncio, em ambientes tranquilos, para focar apenas no estudo. No entanto, você sabia que, em algumas situações, pode ser mais produtivo ler e fazer anotações ouvindo música?



Isso acontece porque o que realmente desconcentra os estudantes são os barulhos externos do ambiente. Ao ouvir música, o aluno se desliga de ruídos desagradáveis e presta atenção no que mais importa, aumentando o seu rendimento. Mas é preciso escolher o tipo de música adequadamente para que esse método funcione, caso contrário, a melodia também pode ser uma distração.

O ideal é que a música não tenha letras, afinal, o que os cantores estão dizendo pode entrar em conflito com a informação absorvida na leitura. Ainda que a música seja instrumental, sua velocidade e energia podem variar de acordo com o gênero, por exemplo, músicas para meditação têm um ritmo diferente de música erudita, embora ambas não tenham letras.

Levar em consideração o ambiente para a escolha do repertório também é importante: lembre-se que músicas mais agitadas combinam melhor com ambientes barulhentos, como parques. Já melodias suaves se encaixam na atmosfera de um local tranquilo, como a biblioteca.

Dependendo do tipo de estudo, isso também pode variar. Prefira músicas calmas e instrumentais se sua intenção for apenas ler e memorizar. Já se o objetivo for desenvolver um projeto criativo, como escrever ou elaborar um trabalho gráfico, é melhor optar por ritmos mais agitados.

Acima de tudo, é fundamental conhecer seu próprio estilo de estudos. É interessante alternar ambos os métodos dependendo da situação, mas recorrer sempre àquele que se adaptar melhor às suas necessidades.

8.2.15

MUSEU FOLIA - 2012



Video realizado pela TV Câmara de Tupã  do  primeiro Museu Folia  acontecido  em  2012  promovido  e  organizado  pelo Museu Histórico e Pedagógico India
Vanire  em  parceria  com  a  Orquestra Júlio de Castro  e  o  Grupo Fênix de Teatro.

13.1.15

Trombonista Clifford Adams, do Kool & The Gang, morre de câncer aos 62 anos

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    O trombonista Clifford Adams, integrante do Kool & The Gang

    O trombonista Clifford Adams, integrante do Kool & The Gang

Clifford Adams, trombonista da banda de jazz e funk Kool & The Gang, morreu na manhã desta segunda-feira (12), aos 62 anos, depois de um ano lutando contra um câncer de fígado. As informações são do site de notícias NJ.com, de Nova Jersey (EUA).

De acordo com o site , o músico, que era natural da cidade de Trenton, em Nova Jersey, "estava sofrendo de problemas médicos havia cerca de um ano e não tinha plano de saúde para cobrir as despesas". Os colegas de banda, familiares e amigos de Adams tentaram, sem sucesso, angariar fundos para pagar um transplante de fígado para ele. A família recebeu apoio da instituição sem fins lucrativos Jazz Bridge, que dá auxílio a músicos de jazz de Trenton que passam por dificuldades.

14.12.14

Pascoal Meirelles: “É um crime tocar música instrumental?!”

Com 50 anos de carreira, o baterista lamenta o abandono da mídia ao gênero tão popular dos anos 1960 a 1980

Victor Santos11/12/2014 19:08, atualizada às 12/12/2014 16:55

Pascoal Meirelles, 50 anos na estrada. Fot: Arquivo Pessoal/Facebook

Pascoal Meirelles, 50 anos na estrada. Foto: Arquivo Pessoal/Facebook

O álbum 50 celebra uma longa trajetória do baterista, compositor e arranjador, Pascoal Meirelles. Nascido em Belo Horizonte, começou sua carreira no início dos anos 1960, quando tocava em bailes da noite mineira, na capital e no interior.  Na época, fazia parte de duas bandas, O Tempo Trio — que seguia o modelo dos combos de Bossa Nova com piano, baixo e bateria — e um grupo de baile, um quinteto com Milton Nascimento no baixo e nos vocais. Em 1966, o Tempo Trio foi contratado para gravar seu único álbum pela EMI/Odeon, no Rio de Janeiro. 

Passado pouco tempo, Pascoal foi morar no Rio de Janeiro, em uma casa que ficava na rua atrás do Canecão, tradicional casa de shows carioca. Na transição dos anos 1960 para os 70, o baterista se envolveu definitivamente com o cenário musical, não só em conjuntos musicais, mas também em muitas gravações, além de acompanhar grandes músicos da época. Desenvolveu seutrabalho, principalmente, junto a dois grandes nomes da época, um deles o pianista Osmar Milito, que trabalhou bastante no desenvolvimento de trilhas sonoras para a televisão, o outro é o clarinetista e saxofonista Paulo Moura (leia), que, entre outras colaborações, levou Pascoal para tocar com Maysa Matarazzo no Canecão, em 1969.

Nessa época, participou da gravação de diversos álbuns, entre eles está o renomado disco de Arthur Verocai, de 1972 (leia sobre o disco), e o álbum Caça a Raposa de João Bosco, gravado em 1975 (Veja a entrevista que o músico concedeu à Brasileiros em 2012). Neste mesmo ano, começou seus estudos na Universidade de Berklee, na cidade de Boston, em Massachussets (EUA), onde aprimorou sua técnica e desenvolveu seu lado acadêmico. Durante sua estadia no exterior foi convidado para gravar o álbum Terra Brasilis, de Tom Jobim, em Nova York.

5.12.14

Prefeitura de Vitória abre inscrições de edital para músicos, no ES

Projeto 'Mar de Música' vai promover shows na capital durante o verão.
Inscrições vão até o dia 29 de dezembro.

Do G1 ES

Palcos serão colocados em vários pontos da capital (Foto: Yuri Barichivich/ PMV)

Palcos serão colocados em vários pontos da
capital (Foto: Yuri Barichivich/ PMV)

A Prefeitura de Vitória abriu, nesta quarta-feira (3), as inscrições para músicos que queiram participar do projeto cultural 'Mar da Música', que vai selecionar atrações para tocar em palcos espalhados pela cidade entre os dias 10 de janeiro e 31 de março. As inscrições vão até o dia 29 de dezembro.

Podem participar do edital artistas em carreira solo ou bandas, em seis categorias diferentes. Entre elas, estão artista solo de música instrumental, artistas que tenham entre dois e três anos de carreira e aqueles que tenham no mínimo um ano na estrada. As inscrições vão acontecer de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h, no Protocolo Geral da Prefeitura de Vitória. Elas podem ser realizadas também através dos Correios.

O edital vai distribuir R$ 147 mil em prêmios, divididos para 30 artistas das seis categorias. O valor dos prêmios também varia de R$ 1 mil para a primeira categoria e R$ 15 mil para a última. A quantia será paga pela Secretaria Municipal de Cultura (Semc). Os palcos serão colocados em lugares como o Centro e a Praia de Camburi, promovendo espetáculos gratuitos.

http://g1.globo.com/

4.12.14

Dudu Quirino Quarteto abre Natal pela Paz em Caraguá

Dudu Quirino trabalha com formação de quarteto, sempre com músicos diferentes, há mais de dez anos. (Foto: Divulgação/Gianni D`Angelo/PMC)

Dudu Quirino trabalha com formação de quarteto, sempre com músicos diferentes, há mais de dez anos. (Foto: Divulgação/Gianni D`Angelo/PMC)

A partir desta sexta (5), às 20h30, começa a tradicional festa Natal Pela Paz. A praça Dr. Cândido Motta recebe a apresentação da banda musical Dudu Quirino Quarteto, ao som de MPB, Bossa Nova e temas Natalinos.

19.11.14

Choro Jazz chegará em Fortaleza a partir do dia 27 no Dragão do Mar

Evento prosseguirá para Jericoacoara em dezembro e proporcionará intercâmbio cultural com convidados internacionais ligados ao estilo musical

Além de música, o festival de jazz proporcionará workshops em todas as manhãs do evento no Dragão do Mar

GRATUITOChoro Jazz chegará em Fortaleza a partir do dia 27 no Dragão do Mar(0)PODEROSAAnitta posa para revista e fala sobre preconceito musical(0)ANIVERSÁRIOSest Senat comemora 20 anos com shows gratuitos no Parque do Cocó(0

Fortaleza receberá a 6ª edição do Festival Choro Jazz entre os dias 27 e 29 de novembro, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. O evento – totalmente gratuito – proporciona um panorama nacional que contempla os estados e promove um intercâmbio cultural com convidados internacionais que são referência no estilo musical. Em seguida, o festival prosseguirá para Jericoacoara, de 2 a 7 de dezembro.