14.12.17

"PRÊMIO MAESTRO JÚLIO DE CASTRO"

Definido os contemplados com o Prêmio Maestro Júlio de Castro de 2017, a entrega solene acontecerá no dia 21/12 durante a audição da Orquestra Júlio de Castro no NATAL DE LUZ na Praça da Bandeira 21:00 horas, serão homenageados e premiados com o Troféu : RICARDO RAYMUNDO - Prefeito Municipal, CAIO AOQUI - Vice Prefeito e Secretário do Turismo, RENATO GONZALEZ - Secretário da Cultura, LUIS CARLOS SANCHES - Ex Vereador JOTA BARBOSA - Radialista, ANDERSON AMORIM - Músico - Bandleader,
 Os que mais se destacaram em prol da Orquestra e/ou da música instrumental em Tupã na temporada de 2017. NOSSAS HOMENAGENS AOS PREMIADOS
 





8.12.17

O melhor jazz brasileiro de 2017 com a Big Band de Nelson Ayres

08/12/2017 – 01h15   MÚSICA

Nelson Ayres (Foto: Divulgação)

Nelson Ayres (Foto: Divulgação)

Ao contrário da maioria das casas noturnas, era nas noites de segunda feira que a Opus 2000, em São Paulo, lotava, no final dos anos 70. Nesses dias, a atração da casa era a Big Band de Nelson Ayres. A orquestra marcou época na noite paulistas, com seu repertório que mesclava o jazz com a música brasileira. Depois de mais de 40 anos daquela experiência, a Nelson Ayres Big Band volta a atuar e grava um álbum, que é um dos melhores lançamentos de 2017.


30.11.17

MS Entrevista: Zuza Homem de Mello e o samba-canção



Nessa primeira parte da entrevista para o Música e Sociedade, Zuza Homem de Mello nos conta como foi o processo que o levou a escrever o livro “Copacabana: a trajetória do Samba Canção (1929-1958) a ser lançado dia 06 de dezembro pela nossa parceira, a editora 34.
Além de apresentar um rico resumo que contextualiza o gênero dentro da música brasileira, Zuza nos leva a um delicioso passeio pela história através das boates, da praia e das personalidade bairro de Copacabana, berço do samba-canção.
Este vídeo é fruto da parceria do Música e Sociedade com a Editora 34.

Anima-Mundi

Indicação ao Grammy expõe prestígio de Antonio Adolfo no jazz dos EUA


MÚSICA


Para compositores e músicos brasileiros que erguem obra instrumental, há quem diga que o melhor caminho a seguir é aquele que teria sido apontado por Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994): o que leva ao aeroporto. Tom, a rigor, nunca disse isso. Na verdade, a frase "A saída é o aeroporto" tem sido equivocadamente creditada ao maestro soberano. Mas a indicação de Antonio Adolfo ao Grammy 2018 na categoria Melhor Álbum de Jazz Latino – por conta de Hybrido – From Rio to Wayne Shorter, disco lançado em abril no Brasil e nos Estados Unidos pelo selo do artista, AAM – reitera o prestígio do pianista, compositor e arranjador carioca no universo do jazz dos EUA.

Aos 70 anos, Adolfo talvez nunca saboreasse esse reconhecimento se não tivesse entendido que o maior e mais receptivo mercado para a música instrumental é o dos Estados Unidos. O artista  nunca se desligou do Brasil, mas passou a viver na ponte entre Estados Unidos e a cidade do Rio de Janeiro (RJ), onde mantém o Centro Musical Antonio Adolfo, instituição voltada para jovens instrumentistas, e onde eventualmente faz concorridos shows como a apresentação que agitou o Blue Note Rio neste mês de novembro de 2017.

28.11.17

Com 40 anos, Banda Black Rio mostra seu samba funk clássico em único show em Curitiba

Show no Basement Cultural celebra os 40 anos do cultuado álbum Maria Fumaça

  • SANDRO MOSER

Com 40 anos, Banda Black Rio mostra seu samba funk clássico em único show em CuritibaBanda Black Rio: formação atual faz show no Basement Cultural.

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Há 40 anos, uma locomotiva bagunçou a música brasileira. No verão de 1977, vários músicos de renome oriundos de outras formações como o Grupo Senzala e Don Salvador e Grupo Abolição, se uniram para criar um som novo.

Misturando groove do funk ao soul, o jazz ao samba de gafieira, criou um som inconfundível. Desde então a banda Black Rio virou uma marca; sinônimo de música negra dançante brasileira e grande influência para todo o pop nacional e internacional que a seguiu.

Os ocultos acordes femininos

MÚSICA
Iniciativas tentam mudar a realidade da baixa presença de mulheres no cenário instrumental popular em BH

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Palco. O Abre a Roda teve este ano duas edições no bar Brasil 41

DANIEL BARBOSA

No próximo dia 9, no Necup, das 15h às 18h, acontece a última edição em 2017 do projeto Abre a Roda – Mulheres no Choro, que propõe justamente o que o nome expressa: uma roda de choro composta majoritariamente por mulheres. Criado em abril deste ano e com um currículo que já inclui apresentações em vários bares de Belo Horizonte, o projeto traz em seu bojo uma questão: a cidade possui uma considerável tradição de chorinho e, no que diz respeito à música instrumental, no geral, é um reconhecido celeiro de talentos, mas chama atenção a gritante escassez de mulheres nesse circuito musical.

“Não existem mulheres instrumentistas na cidade? Mulher não gosta de tocar?”, foram alguns dos questionamentos que a atriz e cantora Michelle Barreto, criadora do Abre a Roda, se fez após constatar essa ausência feminina quase que completa nas rodas de choro da cidade. “Em abril deste ano teve a comemoração pelo centenário do Pixinguinha, e várias casas que normalmente recebem rodas de choro abriram as portas simultaneamente. Frequentando essas rodas notei que não havia mulheres tocando. Depois, conversando com meu amigo (violonista) Rodrigo Torino, perguntei se ele tinha conhecimento de mulheres instrumentistas na cidade. Ele fez uma lista das que conhecia, e eu comecei a entrar em contato, propondo nos juntarmos todas para tocar choro”, conta Michelle.

15.11.17

Filha consegue na Justiça a interdição de João Gilberto


Música


Reprodução/theaudiodb

Imagem: Reprodução/theaudiodb

Do UOL, em São Paulo

15/11/2017 13h27

Ícone da Bossa Nova, João Gilberto, 86, está desde outubro sob os cuidados da filha, Bebel Gilberto. A cantora que mora em Nova York conseguiu na Justiça a interdição do pai para a gestão pessoal, patrimonial e financeira do artista. A decisão foi publicada no Diário de Justiça do Rio de Janeiro e dá a Bebel a curatela provisória de 120 dias.

A interdição é uma medida judicial para pessoas declaradas incapazes para atos da vida civil, como movimentação financeira e assinatura de contratos.

O processo corre em segredo de Justiça, mas, segundo o colunista Anselmo Góes, do jornal “O Globo”, a ação de Bebel visa “pôr fim aos negócios temerários que João vinha sendo orientado a firmar, que resultaram na atual condição de quase miserabilidade do artista”.

Betty Boop HD Branca de Neve

13.11.17

Quarteto do Rio e Menescal

Quarteto do Rio e Menescal fazem o primeiro show de lançamento do CD “Mr. Bossa Nova” no Blue Note, com participação de Pedro Miranda, Joyce e Wanda Sá

Quarteto do Rio e Roberto Menescal HORZ(foto: Paulo Sabugosa)Quarteto do Rio e Roberto Menescal HORZ(foto: Paulo Sabugosa)

O Quarteto do Rio, grupo vocal e instrumental criado pelos ex-integrantes do inigualável grupo Os Cariocas – que fez história na música brasileira com o seu jeito ímpar de harmonizar e interpretar – faz show de lançamento de seu primeiro CD “Mr. Bossa Nova” dia 23 de novembro, quinta, no Blue Note, ao lado de Roberto Menescal, o homenageado do disco, e participações de Pedro Miranda, Joyce e Wanda Sá.

MAIS RUMO

ESPAÇO CULTURAL JUSTA HOMENAGEM

David de Castro adicionou 5 novas fotos.


52. A área integrante da Praça da Bandeira, reservada a manifestações de natureza cultural, passa a denominar “Espaço Cultural José Anselmo Filho” (‘Zé Pretinho’). O Decreto nº 4.791, de 25 de junho de 1999, ao consolidar essa homenagem inscreveu que ‘Zé Pretinho’ tinha a ‘música como expressão da cultura’. Nesse ato, o Prefeito Manoel Gaspar [2] faz alusão ao Espaço Cultural como instrumento para o “fomento de diversificadas manifestações culturais, suscitando sadios entretenimentos para a comunidade”. Discorre sobre “o interesse e a criatividade de nossa gente, assegurando a Tupã amplo destaque na música como expressão da cultura”. Referencia José Anselmo Filho como o músico instrumentista que palmilhou “sua vida de forma exemplar, abnegada, competente e vitoriosa, merecendo a perpetuação pública do seu nome”, com ele identificando o ‘Espaço Cultural José Anselmo Filho”, na Praça da Bandeira. O projeto arquitetônico, colhido mediante concurso público, é de autoria do Arquiteto Valentim César Bigeschi [3]

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Quando junta a música e a alegria dá nisso....