8.3.12

DIA INTERNACIONAL DA MULHER - HOMENAGEM - MAESTRINA DEBBIE CURTIS



Homenageamos  as  MULHERES    com  o video  da  Debbie  Curtis  Radio  Big Band
de  Londres -  regida  pela  Maestrina   Debbie  Curtis.

6.3.12

Inscrições para o 19º Festival de MPB estão abertas

A taxa de inscrição é de R$ 30.
As inscrições para o 19º Festival de MPB – Painel Instrumental já estão abertas, em Tatuí. O candidato deverá pagar uma taxa de R$ 30 e a ficha de inscrição poderá ser entregue pessoalmente, no Conservatório de Tatuí, pelo correio ou internet. O regulamento e a ficha de inscrição estarão disponíveis no site do Conservatório
O Painel Instrumental é uma das três ações do Festival de MPB. O evento é realizado anualmente e reúne atividades pedagógicas e artísticas voltadas a qualquer interessado (aluno ou não aluno do Conservatório de Tatuí). São oferecidas oficinas, workshops e shows, além de possibilidade de difusão de novos trabalhos.
Tendo como professores artistas cujos currículos são respeitados na MPB instrumental, o festival de música instrumental é aguardado por oferecer diferentes possibilidades aos inscritos. Uma delas é a chance de integrar uma série de oficinas voltadas exclusivamente aos que são aprovados em testes prévios. A partir das oficinas são formadas big bands. As aulas são ministradas por especialistas de destaque no meio artístico e/ou acadêmico nacional ou internacional. Os concertos e recitais são abertos a qualquer interessado.
A organização do 19º Festival de MPB – Painel Instrumental tem confirmado os professores: Alex Buck (bateria), Jota P (Saxofone), Bruno Migotto (Baixo), Paulo Malheiros (Trombone), Diego Garbin (Trompete) e Írio Junior (piano).
Os interessados poderão se inscrever em duas modalidades: participante e bolsista.
Os alunos inscritos como participantes terão livre acesso apenas às apresentações e workshops não podendo, portando, participar das oficinas ministradas e grupos formados para os alunos bolsistas. Os bolsistas serão aqueles que irão participar das oficinas ministradas pelos professores, pelo período de 02 a 06 de julho, e terão livre acesso aos workshops e apresentações.
Os candidatos inscritos como bolsistas serão selecionados através de uma banca julgadora e coordenação do festival, por meio da análise da gravação de uma música (repertório de livre escolha), executada pelo candidato em solo ou com acompanhamento, e análise de currículo, que deve ser entregue no ato da inscrição. Serão selecionados cinco alunos bolsistas para cada instrumento: piano, bateria, guitarra, baixo elétrico, percussão, trompete, trombone e saxofone (sendo 2 alto, 2 tenores e 1 barítono).
O resultado dos aprovados será divulgado nos murais e no site do Conservatório de Tatuí a partir de 19 de junho.
As inscrições para o Painel Instrumental não possuem restrição quanto à faixa etária do participante, porém a inscrição de menores de idade deverá ser acompanhada de autorização por escrito dos pais ou responsável, reconhecida em cartório e constando o nome da pessoa responsável por ele no período do evento. A organização aceitará alunos de todos os níveis técnicos, podendo ser estudantes, professores de música, amadores, profissionais e interessados.

Itú.Com.Br



5.3.12

Música será conteúdo obrigatório na Educação Básica





A partir de 2012, todas as escolas serão obrigadas a incluir o ensino de Música em seus currículos. Até lá, a discussão fica centrada na formação dos professores e nos conteúdos que deverão ser trabalhados

ESPECIAL
Especial Música na Escola


Muito além de formar músicos profissionais ou especialistas na área, a Educação Musical auxilia no desenvolvimento cultural e psicomotor, estimula o contato com diferentes linguagens, contribui para a sociabilidade e democratiza o acesso à arte. Por isso, a partir de 2012, a Música será conteúdo obrigatório em toda Educação Básica. É o que determina a Lei nº 11.769, de 18 de agosto de 2008.

Embora ainda não se saiba se os conteúdos serão trabalhados em uma disciplina específica ou nas aulas de Artes, com professores polivalentes, as escolas devem adaptar seus currículos até o início do ano letivo de 2012. Tocar, ouvir, criar e entender sobre a História da Música são pontos fundamentais de ensino. Para a professora do Departamento de Música da Universidade de São Paulo, Teca Alencar de Brito, contudo, os currículos não devem ser engessados. "Não se pode ensinar Música a partir de uma visão utilitarista. Estamos falando de arte. É preciso explorar as sensibilidades", afirma a especialista, criadora da Teca Oficina de Música.

Outro ponto nebuloso da nova legislação diz respeito a não obrigatoriedade da graduação em Música para ministrar as aulas. O artigo da lei que previa a formação específica na área foi vetado pelo Ministério da Educação sob alegação de que, no Brasil, existem diversos profissionais atuantes na área sem formação acadêmica. A discussão, agora, está a cargo da Fundação Nacional de Artes (Funarte) que, a partir de um protocolo de parceria firmado entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação, está organizando encontros regionais com acadêmicos, especialistas, Secretarias de Educação e Associações de Estudos Musicais para realizar uma espécie de mapeamento do ensino de Música nos estados brasileiros.

Do primeiro encontro, realizado no Rio de Janeiro, formaram-se dois grupos de trabalho. Um que deve propor nortes para as questões curriculares e outro, formado por representantes das universidades, responsável por articular propostas de ampliação das licenciaturas em Música e demais cursos de formação continuada na área, inclusive, os ministrados a distância. Os objetivos são elaborar uma nova proposta de regulamentação da Lei nº 11.769, assim como um manual aplicativo destas determinações, que auxiliem os gestores escolares e educadores da área de Música.

Apesar das indefinições, desde 2002, os cursos de graduação em Música superaram em número os cursos de graduação em Artes Visuais. Atualmente, são cerca de 70 cursos de licenciatura em Música em todo o país. Para Teca Alencar, o processo de adaptação das escolas e de formação dos educadores será lento, mas o primeiro passo, o da mobilização para que as escolas se organizem, já foi dado. "A discussão sobre o ensino de Música já é um avanço. Os cursos de graduação, especialização e formação continuada estão crescendo. Há profissionais preocupados em desenvolver materiais didáticos para ensinar Música. Isso é muito importante", diz.


Consultoria

Teca Alencar de Brito, professora do Departamento de Música da USP, criadora da Teca Oficina de Música e autora de livros como Quantas Músicas têm a Música? ou Algo Estranho no Museu (Editora Peirópolis) 
Maya Suemi Lemos, Coordenação de Estudos e Qualificação do Departamento de Música da Funarte

Especial Música na Escola
http://revistaescola.abril.com.br/


Palcos alternativos para orquestras

AE - Agência Estado
Aos 77 anos, mais de 50 de carreira, o maestro Isaac Karabtchevsky inicia esta temporada ansioso. Para a próxima segunda-feira, quando chegar ao Rio, depois de reger sua Sinfônica de Heliópolis e a Osesp, já tem planos: "Vou do aeroporto direto para o Vivo Rio", diz o diretor artístico e regente titular da Petrobrás Sinfônica (Opes).
Mais importante casa da música popular carioca atualmente - lá cantam Chico Buarque, Maria Bethânia, Paulinho da Viola -, o Vivo Rio, que só recebeu orquestras em shows corporativos e já foi criticada no passado pela acústica, foi a melhor opção para o início do ano da Opes.
Era isso ou o adiamento da temporada: a orquestra, assim como a Sinfônica Brasileira, ficou sem palco com o fechamento do Municipal (até maio, por conta do desabamento de três prédios vizinhos de um mês atrás) e da Sala Cecília Meireles (até o fim do ano, para ampla reforma).
Em construção, há dez anos, para ser a sede da OSB, e o mais moderno e grandioso espaço da música erudita da cidade, ao custo de R$ 600 milhões, a Cidade das Artes, por sua vez, segue sem perspectivas - a prefeitura já avisou que sua finalização não é prioritária, apesar de ela estar quase toda pronta.
Enquanto isso, um plano emergencial para "atenuar a discrepância acústica" do Vivo Rio em relação ao Municipal, para onde a apresentação estava marcada, de modo a "permitir que o público possa ouvir o concerto decentemente", segundo o maestro, está engatilhado.
A apresentação, dia 25, será precedida de oito ensaios, aos quais serão convocados técnicos de som. Eles irão medir a reverberação de cada naipe, tudo para que os espectadores ouçam cada grave, médio e agudo. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo

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4.3.12

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM








Os benefícios das aulas de música são vistos desde os primeiros anos escolares.
A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.

Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.

A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos, Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.
Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde a educação infantil.
Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola
  http://educador.brasilescola.com/