27.11.15

PREMIO MAESTRO JÚLIO DE CASTRO 2015 - Música Instrumental - Foram Entregues

Premiados  com  destaque  na  música  instrumental  de  Tupã,  receberam  os  troféus  e  medalhas  no  ultimo  domingo  22/11  ao  final  da  apresentação  da  Orquestra  no  encerramento  da  "AFROFEST"  na  Praça  da  Bandeira  em  Tupã  Foram  premiados  neste  ano  o  vereador  LUIZ  CARLOS  SANCHES,  o  ex  Secretario   CHARLES  DOS  PASSOS    e  o  band leader e maestro  ANDERSON  CAVALCANTE  AMORIM  todos  na  categoria  DESTAQUE  e  com  Medalhas   os  músicos  integrantes  da  Orquestra Municipal:  Dr Valdir  Grassi (incansável colaborador técnico),  Mário  Cunha  (o  mais  idoso = 84 anos)  e  Gerson  das  Dores "Lobão" (o mais  antigo  integrante).




12.5.15

TIM MAIA: O HERÓI DO MIMIMI

 
Tim Maia: o herói do mimimi
Depois da exibição de “Vale o que vier” (Globo), especial que mesclou o filme “Tim Maia” e depoimentos de outros artistas e personagens envolvidos na vida e obra do saudoso cantor, as redes sociais foram dominadas por comentários sobre… Roberto Carlos.
Exatamente: mais que o próprio homenageado, o personagem mais comentado foi o “rei”.
O que mais gerou polêmica, cruzando o longa-metragem e o “docudrama” da TV, foi a exclusão de uma cena em especial: a sequência em que Tim Maia, depois de algumas tentativas frustradas, chega ao camarim de Roberto Carlos e toma um verdadeiro chá de cadeira, depois de ganhar “botas que sobraram”, e é humilhado por um assessor de Roberto Carlos, que lhe atira dinheiro amassado.

24.4.15

Trombonista Silvio Giannetti lança seu primeiro álbum solo


Alexandre Gaioto
Metendo a boca no trombone da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo por duas décadas, Silvio Giannetti pôde se apresentar com figurões da MPB, como Ivan Lins, Hermeto Pascoal, Milton Nascimento e Edu Lobo.
Depois de uma vida inteira dedicada à música, o trombonista paulistano de 48 anos lança finalmente, de forma independente, seu primeiro álbum solo.
Em "Sambas & Choros", Silvio faz um apanhado do cancioneiro brazuca, mostrando suas caprichadas releituras para Jacob do Bandolim ("Bole-Bole"), Lupicínio Rodrigues ("Se Acaso Você Chegasse"), Ary Barroso ("Faceira") e Gonzaguinha ("E Vamos À Luta"), entre outros gigantes.
Ao Diário, ele fala sobre o desafio de lançar um álbum solo de trombone e avalia sua trajetória musical.
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O DIÁRIO Esse seu primeiro álbum ficou realmente muito bom. Você ficou satisfeito com o resultado de "Sambas & Chorosa"?
SILVIO GIANNETTI Nas primeiras duas músicas, eu ainda não tinha certeza que ficaria bom. Mas, a partir da terceira, tudo ficou muito claro. Conseguimos a fusão do choro tradicional com alguns sambas mais modernos, e gravei só o que gosto de tocar. Quis fazer um álbum que agradasse o público em geral, não só quem aprecia o trombone. Por isso, temos bons arranjos e, a todo momento, outros instrumentos solando, como o sax e o trompete.

Teve medo que o trombone soasse muito repetitivo?
Às vezes, ouço trombonistas internacionais, que são realmente muito bons, mas eles ficam sempre na mesma coisa. Você escuta o disco e é o mesmo timbre, do início ao fim. É enjoativo. Quis evitar isso no meu álbum.

Quais trombonistas são esses?
Ah, não quero citar nomes. Mas são trombonistas consagrados, que compõem as próprias músicas e têm técnicas sofisticadas. Mesmo assim: é enjoativo.

Você está lançando esse seu primeiro álbum, agora, aos 48 anos. Por que demorou tanto tempo?
Eu nunca tive vontade de gravar um álbum solo, nunca me vi como um artista solo. Acho que porque sempre trabalhei demais, passei vinte anos tocando na Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, além de ministrar aulas e participar das gravações de outros artistas do samba, do jazz, da música instrumental.

E na Banda Sinfônica qual era o seu repertório?
Tocávamos de tudo, do erudito à música popular. Executávamos Bach e Beethoven, mas também tocávamos sambas e frevos.

No encarte do álbum, você lembra que, quando começou a tocar, era muito difícil encontrar gravações de trombonistas, como as de Raul de Barros. Hoje, com toda a facilidade e o rico acervo do YouTube, temos melhores trombonistas ou há fácil acesso e poucos músicos interessados no instrumento?
Hoje tem mais informação, mas pouca gente querendo tocar trombone. Eu exploro muito o YouTube: lá tem coisas que eu nunca vi na vida, centenas de vídeos raros. Você pode procurar uma determinada música, interpretada por um determinado trombonista e há 90% de chance do vídeo estar lá. A gente tem que valorizar isso. A internet me ajudou e muito.

Por que não gravou nada autoral?
Fiz duas músicas, mas não gostei de nenhuma. Não sei dizer o motivo. Elas permanecem guardadas. Sempre acho que as coisas não estão boas o suficiente. Mas ainda estou mexendo nelas. Quem sabe não fica para o próximo CD? Quero lançar algo no próximo ano, voltado para a bossa nova.

Em três faixas, você abandona o trombone e solta a voz. Você se acha um bom cantor?
Olha, as pessoas dizem que sim (risos). Acho que sou, sim, um bom intérprete na voz e no trombone.
Divulgação
Silvio Giannetti: trombonista paulistano lança seu primeiro  contatos/amigos da rede social do autor.



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22.4.15

Aniversário de Ipanema será comemorado com evento Música na Paz

Para comemorar o aniversário do bairro de Ipanema, que completa 121 anos de fundação, começa no dia 26 de abril (domingo), o projeto Música na Paz, na reurbanizada Praça Nossa Senhora da Paz. No repertório de estreia músicas em homenagem aos grandes compositores Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Pixinguinha.

O projeto Música na Paz é uma iniciativa da Associação de Moradores de Ipanema e do Consórcio Linha 4 Sul, responsável pelas obras da Linha 4 do Metrô no coração do bairro, e seu principal objetivo é resgatar a tradição da música instrumental clássica, erudita e contemporânea de boa qualidade para a sociedade carioca.
O Música na Paz é gratuito e terá mais duas edições nos dias 17 de maio e 21 de junho, sempre das 13h às 18h; no palco se revezarão músicos e orquestras de diversos estilos musicais: MPB, Bossa Nova e Chorinho.
O evento, organizado pelo produtor cultural Bruno Nogueira conta com o apoio da Subprefeitura da Zona Sul e o patrocínio do Consórcio Linha 4 Sul. O show será transmitido ao vivo na web e mobile pela plataforma Rio ao Vivo e contará também com exposições de pinturas, esculturas e artesanato com curadoria da Stickeria.
SRZDhttps://www.sidneyrezende.com/

10.2.15

Festival de jazz traz ao Brasil Wynton Marsalis e The Cookers

Um concerto especial com Wynton Marsalis e a Jazz at Lincoln Center Orchestra marcará a edição comemorativa de aniversário do mais longevo festival de jazz do país, agora rebatizado como brasiljazzfest. O evento criado em 1985 pelas irmãs Monique e Sylvia Gardenberg celebrará seus 30 anos, entre os dias 27 e 29 de março, no Rio e em São Paulo, com uma agenda que inclui ainda o supergrupo americano The Cookers, o quarteto do saxofonista porto-riquenho Miguel Zenón e os trios do pianista norueguês Tord Gustavsen e do brasileiro André Mehmari. A programação e o início da venda de ingressos ainda não foram divulgados.
Sob curadoria do jornalista e crítico musical Zuza Homem de Mello, do músico, arranjador e produtor musical Zé Nogueira e do produtor Pedrinho Albuquerque, a edição 2015 do festival ocupará o palco principal da Cidade das Artes, no Rio, e utilizará duas locações paulistanas: a Sala São Paulo e o Auditório do Ibirapuera.
"Ao longo de três décadas, o festival se manteve como uma realização de peso na área musical do país e como uma vitrine de inúmeros músicos consagrados ou na iminência de se consagrarem que, reunidos numa lista, representam o que há de melhor e mais significativo e consequente no jazz e na música instrumental brasileira desses 30 anos. De tal modo que quem tenha tido a oportunidade de acompanhar todas as edições pode se considerar um verdadeiro diplomado em jazz. Sem sair do Brasil", afirma Homem de Mello, em um comunicado divulgado pela organização do festival.
Há dez anos sem se apresentar na América do Sul, Wynton Marsalis se tornou um dos nomes mais influentes do jazz contemporâneo. Ele, que esteve pela primeira vez no Brasil na segunda edição do festival, em 1986, repetindo a dose em 1991, volta agora como diretor musical e trompetista da Jazz at Lincoln Center Orchestra. Grande atração da edição deste ano, ele fará uma apresentação no Rio e três na capital paulista (duas na Sala São Paulo e uma, gratuita, na manhã de domingo, no palco do Auditório Ibirapuera voltado para o parque).
Idealizado e produzido pela Dueto Produções - empresa atualmente sob o comando de Monique Gardenberg e seus sócios Carlos Martins e Jeffrey Neale -, o evento estreou em 1985, como Free Jazz Festival, e já foi chamado de TIM Festival e BMW Jazz Festival, trazendo ao Brasil nomes como Ray Charles, Dizzy Gillespie, Stevie Wonder e James Brown.
 A  TARDE   -        http://www.atarde.com.br/    

9.2.15

Estudar em silêncio total ou ouvindo música? Descubra qual método é melhor para você

Saiba quais tipos de música de adaptam melhor às sessões de estudo

Fonte: Shutterstock
Fonte: Shutterstock
Em algumas situações, pode ser mais produtivo ler e fazer anotações ouvindo música

Em geral, os alunos são aconselhados a estudar sempre em silêncio, em ambientes tranquilos, para focar apenas no estudo. No entanto, você sabia que, em algumas situações, pode ser mais produtivo ler e fazer anotações ouvindo música?



Isso acontece porque o que realmente desconcentra os estudantes são os barulhos externos do ambiente. Ao ouvir música, o aluno se desliga de ruídos desagradáveis e presta atenção no que mais importa, aumentando o seu rendimento. Mas é preciso escolher o tipo de música adequadamente para que esse método funcione, caso contrário, a melodia também pode ser uma distração.

O ideal é que a música não tenha letras, afinal, o que os cantores estão dizendo pode entrar em conflito com a informação absorvida na leitura. Ainda que a música seja instrumental, sua velocidade e energia podem variar de acordo com o gênero, por exemplo, músicas para meditação têm um ritmo diferente de música erudita, embora ambas não tenham letras.

Levar em consideração o ambiente para a escolha do repertório também é importante: lembre-se que músicas mais agitadas combinam melhor com ambientes barulhentos, como parques. Já melodias suaves se encaixam na atmosfera de um local tranquilo, como a biblioteca.

Dependendo do tipo de estudo, isso também pode variar. Prefira músicas calmas e instrumentais se sua intenção for apenas ler e memorizar. Já se o objetivo for desenvolver um projeto criativo, como escrever ou elaborar um trabalho gráfico, é melhor optar por ritmos mais agitados.

Acima de tudo, é fundamental conhecer seu próprio estilo de estudos. É interessante alternar ambos os métodos dependendo da situação, mas recorrer sempre àquele que se adaptar melhor às suas necessidades.

8.2.15

MUSEU FOLIA - 2012



Video realizado pela TV Câmara de Tupã  do  primeiro Museu Folia  acontecido  em  2012  promovido  e  organizado  pelo Museu Histórico e Pedagógico India
Vanire  em  parceria  com  a  Orquestra Júlio de Castro  e  o  Grupo Fênix de Teatro.

13.1.15

Trombonista Clifford Adams, do Kool & The Gang, morre de câncer aos 62 anos

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    O trombonista Clifford Adams, integrante do Kool & The Gang

    O trombonista Clifford Adams, integrante do Kool & The Gang

Clifford Adams, trombonista da banda de jazz e funk Kool & The Gang, morreu na manhã desta segunda-feira (12), aos 62 anos, depois de um ano lutando contra um câncer de fígado. As informações são do site de notícias NJ.com, de Nova Jersey (EUA).

De acordo com o site , o músico, que era natural da cidade de Trenton, em Nova Jersey, "estava sofrendo de problemas médicos havia cerca de um ano e não tinha plano de saúde para cobrir as despesas". Os colegas de banda, familiares e amigos de Adams tentaram, sem sucesso, angariar fundos para pagar um transplante de fígado para ele. A família recebeu apoio da instituição sem fins lucrativos Jazz Bridge, que dá auxílio a músicos de jazz de Trenton que passam por dificuldades.