9.5.13

Boa música instrumental

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Nema Antunes (contrabaixo), Marco Brito (teclado), Leo Amuedo (guitarra), Teo Lima (bateria) e Marcelo Martins (saxes)... a simples menção desses nomes causa ímpetos de elogios e admiração múltiplos. São instrumentistas consagrados aqui e no exterior. Matam um leão por dia. Sentem-se, muitas vezes, desprestigiados. Mas têm um orgulho enorme por serem quem são. Têm certeza de que suas qualidades musicais superam qualquer olhar enviesado que alguém lhes lance. São virtuosos, dedicam-se a seus instrumentos com o esmero de um lapidador de diamantes.
O público, de um modo geral, pode até não juntar seus nomes aos instrumentos que tocam, mas quem já foi assistir ao show de um artista consagrado certamente já viu, ainda que de relance, alguns deles lá no fundo do palco.

8.5.13

Conservatório de Tatuí oferece bolsas de estudos de R$ 1 mil

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Há vagas para violino, viola, oboé e fagote; para concorrer, não é necessário ser aluno da instituição

O Conservatório de Tatuí – instituição da Secretaria de Estado da Cultura e do Governo de São Paulo – abriu na terça-feira, 7, inscrições para bolsas de estudos remuneradas. São oferecidas sete vagas para violino, viola, oboé e fagote na Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí. Não é necessário ser aluno da instituição para concorrer às bolsas.

7.5.13

Quando a música fala muito mais do que as palavras

LUIZ ZANIN ORICCHIO - O Estado de S.Paulo

Paulo Moura - Alma Brasileira, de Eduardo Escorel, é um documentário que escancara as suas próprias dificuldades de existir. Em voz over, seu diretor esclarece que não pôde incluir algumas sequências que gostaria. Uma delas, a última seresta do mestre, na Clínica São Vicente, tocando em seu sax o choro Ingênuo, de Pixinguinha. Moura estava enfraquecido, à beira da morte, e seu desempenho é precário. No entanto, outras gravações, com ele em plena forma, também não foram autorizadas. Desse modo, o documentário é, também, o comentário franco sobre as atuais dificuldades de se envolver com esse gênero de filme no Brasil. Aqui, os mortos têm muitos proprietários.

Em que pesem essas dificuldades, Escorel realiza um belo trabalho. Encontra cenas pouco vistas da trajetória de Paulo Moura e as coloca na tela. Por exemplo, as que não entraram na montagem final de Brasileirinho, longa do finlandês Mika Kaurismaki. E várias outras, registradas nos quatro cantos do mundo onde a arte de Moura o levou: França, Japão, Israel, etc.

5.5.13

Bebop

Uma Introdução à Improvisação no Jazz, de Marc Sabatella - Tradução de Cláudio Brandt

O nascimento do bebop nos anos 40 é geralmente considerado um marco do começo do jazz moderno. Esse estilo surgiu diretamente dos pequenos grupos de swing, mas deu uma ênfase muito maior à técnica e a harmonias mais complexas, por oposição a melodias cantáveis. Boa parte da teoria a ser discutida mais adiante nesta Introdução deriva diretamente das inovações desse estilo. O sax alto Charlie "Bird" Parker foi o pai desse movimento e o trompetista Dizzy Gillespie ("Diz") foi seu principal cúmplice. Dizzy também regeu uma big band e ajudou a introduzir a música afro-cubana, inclusive ritmos como o mambo, para públicos americanos, por meio de seu trabalho com percussionistas cubanos. Mas foram as gravações em quinteto e outros grupos pequenos com Diz e Bird que formaram a fundação do bebop e da maioria do jazz moderno.

Música instrumental é opção no Cariri–FESTIVAL

Juazeiro do Norte. A música instrumental nordestina contemporânea terá lugar garantido no VIII Festival da Música Instrumental, apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Centro Cultural Banco do Nordeste.
O grupo Viola de Arame, da Bahia, está entre as atrações da programação. Os músicos exploram as possibilidades sonoras de um instrumento pouco comum na construção de melodias, no caso, a viola de dez cordas
Durante seis dias, dez grupos e artistas irão se apresentar, traçando diversificado panorama da produção instrumental do País. O Festival acontece durante o fim de semana, nos Centros Culturais do Banco do Nordeste em Juazeiro do Norte e em Sousa, na Paraíba, até o dia 5. Durante esse período, também haverá shows na Capital.
A programação do evento será composta por nove atrações com bandas e artistas que representarão os Estados do Nordeste, além de um convidado especial, o guitarrista e bandolinista baiano Armandinho.
O artista realizou um grande show, acompanhado por sua banda completa, e ainda proporcionou um bate-papo no CCBNB de Juazeiro do Norte.