7.11.13

Festival de Música Instrumental da BA acontece no Teatro Castro Alves


Evento é realizado entre a quinta-feira (13) e o sábado (16), em Salvador.
Programação conta com shows com 15 atrações locais e nacionais.

Do G1 BA

Yamandú Costa (Foto: Marco Aurélio/G1)Yamandú Costa é uma das atrações
(Foto: Marco Aurélio/G1)

A sala principal do Teatro Castro Alves, emSalvador, recebe entre a quinta-feira (13) e o sábado (16) o XVIII Festival de Música Instrumental da Bahia. O evento conta com uma programação diversificada de shows com 15 atrações locais e nacionais. Os ingressos custam  R$ 20 (inteira) e podem ser adquiridos na bilheteria do próprio teatro ou na sede da Bilheteria dos SAC's Iguatemi e Barra.

Entre os artistas que se apresentam, estão nomes como Yamandú Costa (violão) Guto Wirtti (contrabaixo) e Renato Borghetti (acordeão), a pianista carioca Bianca Gismonti; do Rio de Janeiro, o guitarrista e compositor Toni Costa; o percussionista Ary Dias e o pianista Fernando Moura lançando o disco “CosmeDamião”. O público terá ainda shows do Grupo Mandaia, SKAnibais, Orquestra Popular da Bahia, Orquestra de Todos os Santos, Marcio Dhiniz e Grupo, Léo Brasileiro, Alexandre Montenegro e Paulo Mutti.

5.11.13

Uakti e Orquestra de Câmara na Corrente Cultural

(foto: Divulgação/ Adila Lopes)

Reconhecido nacional e internacionalmente por sua sonoridade experimental e inovadora, o grupo mineiro Uakti é uma das atrações da Corrente Cultural 2013, ao lado da Orquestra de Câmara de Curitiba, no espetáculo que invade o Palco Carlos Gomes, às 15h deste sábado (9). O maestro paulista Abel Rocha responde pela regência dessa bem-sucedida parceria entre dois conjuntos que expressam talento de formas diferentes.

Doutor em Música pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Abel Rocha foi diretor artístico do Theatro Municipal de São Paulo e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Paralelamente à direção do Coral Collegium Musicum de São Paulo, Abel Rocha tem comandando importantes orquestras brasileiras e é professor de regência do Instituto de Artes da Unesp.

4.11.13

Araticum reúne referências das músicas argentina, venezuelana e andina no CD 'Tarde'


Soy latino-americano »

Samba, maracatu, baião e Uakti se mesclam à sonoridade 'hermana'

Faixas autorais ganharam destaque no disco de estreia do grupo paulista Araticum, criado em 2011 (F. Pepe Guimaraes/Divulgacao - Grupo Araticum)
Faixas autorais ganharam destaque no disco de estreia do grupo paulista Araticum, criado em 2011
  O início das atividades do Araticum é dos mais curiosos. Convidados pelo Sesc de Bertioga, no litoral paulista, seus integrantes receberam a tarefa de montar um espetáculo de música árabe. Depois de se dedicar a essa pesquisa, o grupo paulistano recebeu outra missão, desta vez tendo como tema a música latina. A partir dessa segunda influência (e bebendo na fonte do instrumental brasileiro), os músicos construíram o repertório autoral de Tarde, seu recém-lançado disco de estreia.
“Naquela época, começamos a mostrar músicas uns para os outros e percebemos que éramos todos compositores. Aí, começamos a trazer mais composições e a fazer arranjos”, conta o acordeonista e pianista Ricardo Pesce. Ele criou o Araticum com Ricardo Barros (violão de sete cordas, guitarra, guitarra portuguesa e calimba; ele é filho do cantor e compositor Theo de Barros), Angelo Ursini (flautas, saxofones e clarinete), Vinicius Pereira (baixo acústico) e Bruno Duarte (bateria e percussão).
O quinteto junta elementos andinos, venezuelanos e argentinos (principalmente) à linguagem da música instrumental brasileira, temperada com algo de samba, gafieira, maracatu e baião. As faixas autorais ganharam arranjos assinados, em sua maioria, pelos respectivos autores. A produção é do próprio grupo, criado em 2011, que começou a ensaiar no ano passado e gravou o primeiro CD em abril, em São Paulo.