10.5.17

AUDIÇÃO no PARAISO do ARTESANATO


Participação  da  Orquestra  na  Feira  de  artesanato e  praça  de  alimentação  festiva  no  distrito de Parnaso - Tupã  em  12/5 Sexta feira - especial homenagem  as  mães.  Organização da Secretaria Municipal de Cultura  e  Prefeitura  de Tupã.

7.5.17

MORRE O SAMBISTA ALMIR GUINETO, CANTOR ERA CASADO COM UMA TUPÃENSE E MOROU NA CIDADE POR NOVE ANOS

05/05/2017

O sambista Almir Guineto morreu, aos 70 anos, na manhã desta sexta-feira (5) no Rio após complicações de problemas renais crônicos e diabetes.

Um dos fundadores do Fundo de Quintal, ele estava em tratamento no Hospital Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
A família do cantor agradeceu pelas orações e o carinho de todos os fãs e admiradores através de uma rede social.

Nos últimos 15 meses, Almir Guineto lutava contra problemas renais crônicos, o que o impossibilitou de assumir compromissos em shows e apresentações.
Nascido e criado no Morro do Salgueiro, na Zona Norte do Rio, Almir Guineto teve contato direto com o samba desde a infância, já que havia vários músicos em sua família.
 Seu pai Iraci de Souza Serra era violonista e integrava o grupo Fina Flor do Samba; sua mãe Nair de Souza, conhecida como "Dona Fia", era costureira e uma das principais figuras da Acadêmicos do Salgueiro; seu irmão Francisco de Souza Serra, conhecido como Chiquinho, foi um dos fundadores dos "Originais do Samba".
 Na década de 1970, Almir já era mestre de bateria e um dos diretores da Salgueiro e fazia parte do grupo de compositores que freqüentavam o Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos.
Nessa época, Almir inovou o samba ao introduzir o banjo adaptado com um braço de cavaquinho. O instrumento híbrido foi adotado por vários grupos de samba.
 Em 1979, Almir mudou-se para a cidade de São Paulo para se tornar o cavaquinista dos Originais do Samba. Lá fez "Bebedeira do Zé", sua primeira composição gravada pelo grupo, onde a voz do Sambista aparece puxa o verso "Mas dá um tempo na cachaça, Zé/ Para prolongar o seu viver" e a sambista Beth Carvalho gravou algumas composições de Guineto, como "Coisinha do Pai", "Pedi ao Céu" e "Tem Nada Não".

Fundo de Quintal e carreira solo

No início dos anos 80, ele ajudou a fundar o grupo Fundo de Quintal junto com os sambistas Bira, Jorge Aragão, Neoci, Sereno, Sombrinha e Ubirany. Mas ele deixou o grupo logo após a gravação de "Samba é no Fundo de Quintal", primeiro LP do conjunto, e seguiu para carreira solo. O músico é autor de músicas como "Caxambu", "Meiguice Descarada" e "Conselho".
Cantor morou por  9 anos em Tupã, era casado com uma tupãense

Em agosto  de 2002  o cantor e compositor Almir Guineto casou-se em Tupã  e fixou residência na cidade  por  nove anos, morando na Vila Inglesa.

Ele conheceu sua esposa, Cristina, em São Paulo, e apaixonou-se,  segundo suas próprias palavras. Cristina é neta da saudosa Tia Zefa, da Escola de Samba Carioca.
Almir Guineto faleceu em decorrência de complicações provocadas por insuficiência renal crônica. A doença havia sido diagnosticada no final de 2015, e desde junho de 2016 o sambista estava afastado dos palcos.

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