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HISTÓRIA DO CARNAVAL

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História do Carnaval A comemoração grega que gerou a grande festa. O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos. A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas. Em 1545, durante o Concílio ...

CARNAVAL DE TUPÃ ON LINE ...

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ARY BARROSO

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Ary Evangelista Barroso * 07/11/1903 Ubá, MG, Brasil. † 09/02/1964 Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Instrumentista, compositor, maestro   "Quem nasceu para padre já traz do berço a coroa. Parece que a música impregnou-se em mim, desde o dia que dei o primeiro berro. E nunca mais me largou". O pai de Ary Barroso era advogado e político e, ao mesmo tempo, boêmio, violonista e cantor. Porém, a convivência entre os dois foi curta; quanto tinha apenas oito anos, Ary ficou órfão de pai e mãe, sendo adotado pela avó materna e por uma tia viúva Essa tia, pianista, foi decisiva para sua vida musical, responsável “pelas piores horas da minha vida" – como diria Ary mais tarde, referindo-se ao fato de que sua tia o obrigava a estudar piano, teoria e solfejo várias horas por dia, segundo a mais rígida disciplina dos conservatórios. Numa entrevista de 1961, Ary contou que: "Ela me castigava com vara de marmelo. Eu odiava aquilo. Nunca imaginei que aquele martírio acabasse m...

POR QUE O CARNAVAL É NO CARNAVAL?

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Por Carlos Orsi                            Feriados móveis são uma dor de cabeça. Acho que foi em 2008, quando o carnaval caiu logo na primeira semana de fevereiro, que um folião (”carnavalesco”?) carioca, exasperado com o pouco apelo turístico-comercial de uma data tão próxima ao início do ano, sugeriu que a festa fosse empurrada mais para a frente. O que causou uma reação ainda mais exasperada da hierarquia católica. Mas, enfim, o que a Igreja Católica tem a ver com o carnaval, e por que a festa cai num dia diferente a cada ano? Ora, muito obrigado por perguntar. A resposta curta é que a terça-feira de carnaval sempre cai 47 dias antes do domingo da Páscoa católica. Ou, se você preferir números redondos, o sábado de carnaval é sempre 50 dias antes do domingo dos ovinhos de chocolate. O que traz, claro uma nova questão: por que a Páscoa muda todo an...

ÁLBUM TRAZ OBRAS RARAS DE CHIQUINHA GONZAGA

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AE - Agencia Estado SÃO PAULO - Pioneira em diversos aspectos da vida cultural brasileira, a compositora, maestrina e pianista carioca Chiquinha Gonzaga (1847- 1935) ganha uma nova revisão do lado oculto de sua obra, sob um prisma paulistano. Do vasto acervo de cerca de 2 mil composições, os músicos Gilberto Assis e Ana Fridman - que assinam os arranjos e a direção musical do álbum "Chiquinha em Revista" (Selo Sesc) - escolheram, entre temas instrumentais e canções, peças raras como "Passos no Choro", "Sultana", "Cubanita" e "A Chinelinha do Meu Amor". A única mais conhecida é o maxixe "Corta Jaca", mas o inusitado é que aqui ele aparece em rara versão com letra, cantada por Ná Ozzetti. Assis, baixista que criou os arranjos das seis faixas cantadas e assina a produção musical do CD, diz que a pesquisa que resultou nesse projeto foi "mais estrutural do que histórica". Ele que não é especialista nem em Chiquinha...

CARNAVAL EM TUPÃ

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Secretaria de Cultura e Turismo promove o tradicional TUPà FOLIA 2010 Grande público compareceu na Praça da Bandeira. Para  a  escolha da CÔRTE DO REINADADO CARNAVALESCO 

FREVOS DE PERNAMBUCO

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Quando Capiba afirmou que Pernambuco tem uma dança que nenhuma terra tem, poderia ter acrescentado também uma “música”. Ambos, nasceram e desenvolveram-se em Pernambuco. Nunca se conseguiu que brotasse em outra terra, ao menos com a autenticidade do que se faz no estado. Detalhes, nuanças há no frevo que “estrangeiros” não conseguem captar. O passo e o frevo são uma espécie de mistério dentro da cultura popular brasileira. Mistério, porque as condições sob as quais surgiram, frevo e passo, eram as mesmas, por exemplo, das que havia no Rio de Janeiro, na mesma época (da segunda metade do século 19, início do século 20). Conforme afirma o antropólogo Carlos Eugênio Líbano, em seu A negregada instituição, maltas de capoeiras, assim como acontecia no Recife, também tinham as bandas marciais de sua predileção, e as seguiam, exibindo suas habilidades, não raro entrando em confronto com outras maltas, quando coincidia de as bandas cruzarem-se pelas ruas da então capital do país. Assim era...